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MP busca acordo no AM para beneficiar haitianos

O Ministério Público do Trabalho no Amazonas propôs hoje para órgãos do governo estadual e municipal um termo de cooperação em áreas como saúde, educação, qualificação profissional e emprego para atender até mil haitianos. Hoje há cerca de 500 haitianos em cidades como Manaus e Tabatinga, que vêm chegando ao Estado desde o terremoto no Haiti, em janeiro do ano passado. De acordo com o procurador do Trabalho Audaliphal Hildebrando, todos os órgãos se mostraram abertos à assinatura do acordo. "Vamos nos reunir mais algumas vezes para aperfeiçoar as regras e assinar o termo do acordo no fim de abril, com a ideia de vigência de quatro anos, a partir de 1º de maio", disse. Segundo ele, o Sindicato da Construção Civil do Amazonas (Sinduscom) anunciou que já há 70 haitianos trabalhando em obras da construção civil em Manaus. "Eles, mesmo com visto provisório, estão com a carteira assinada como trabalhadores temporários", disse. Segundo Hildebrando, a preocupação do Ministério Público do Trabalho é de não permitir que esses trabalhadores fiquem no subemprego ou em situação de trabalho escravo.

O Ministério Público do Trabalho no Amazonas propôs hoje para órgãos do governo estadual e municipal um termo de cooperação em áreas como saúde, educação, qualificação profissional e emprego para atender até mil haitianos. Hoje há cerca de 500 haitianos em cidades como Manaus e Tabatinga, que vêm chegando ao Estado desde o terremoto no Haiti, em janeiro do ano passado.

De acordo com o procurador do Trabalho Audaliphal Hildebrando, todos os órgãos se mostraram abertos à assinatura do acordo. "Vamos nos reunir mais algumas vezes para aperfeiçoar as regras e assinar o termo do acordo no fim de abril, com a ideia de vigência de quatro anos, a partir de 1º de maio", disse.

Segundo ele, o Sindicato da Construção Civil do Amazonas (Sinduscom) anunciou que já há 70 haitianos trabalhando em obras da construção civil em Manaus. "Eles, mesmo com visto provisório, estão com a carteira assinada como trabalhadores temporários", disse. Segundo Hildebrando, a preocupação do Ministério Público do Trabalho é de não permitir que esses trabalhadores fiquem no subemprego ou em situação de trabalho escravo.


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