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	<title>III Seminário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo</title>
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		<title>Com a palavra, os participantes</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 21:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[Signatários]]></category>
		<category><![CDATA[Sinergias]]></category>

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		<description><![CDATA[A opinião dos participantes é fundamental para qualquer evento. A equipe de comunicação da Repórter Brasil e do Observatório Social ouviu representantes de empresas e associações signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo que compareceram ao III Seminário, realizado no último dia 1º de &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=32">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A opinião dos participantes é fundamental para qualquer evento. A equipe de comunicação da Repórter Brasil e do Observatório Social ouviu representantes de empresas e associações signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo que compareceram ao III Seminário, realizado no último dia 1º de setembro de 2010.</p>
<p>Confira algumas das declarações captadas durante o encontro:</p>
<p><strong><a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/fernando_abiec1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-46" title="fernando_abiec1" src="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/fernando_abiec1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Fernando Sampaio, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec)</strong><br />
&#8220;O Pacto é a ferramenta que dispomos para ajudar as empresas a entrarem nessa economia sustentável. Não podemos mais vender apenas um produto. Precisamos vender uma consciência tranqüila para quem está comprando. Nosso consumidor e nosso acionista não querem estar compactuando com nenhum tipo de prática que seja desumana ou que vá contra o meio ambiente. Devemos usar iniciativas que existem. E já foi provado que o Pacto é uma ferramenta eficiente&#8221;.</p>
<p><strong>Etelvina Queiroz, Caramuru Alimentos<br />
</strong>&#8220;Estamos participando deste evento [III Seminário do Pacto Nacional] para conhecer mais sobre o compromisso. Viemos aqui conhecer o que está sendo feito para aprimorar a nossa atuação. Somos signatários do Pacto, mas percebemos que é possível melhorar e queremos colocar mais projetos em prática&#8221;.</p>
<p><strong>Ana Maria Ballard</strong><strong>, Petrobras<br />
</strong>“O Pacto nos ajuda e orienta como devemos proceder com a nossa cadeia produtiva. E reforça a importância de combater o trabalho escravo. Considerando que estamos em uma indústria de petróleo e agrocombustíveis e que estamos investindo cada vez mais nisso, estamos comprando usinas e recentemente nosso presidente afirmou que não vamos tolerar nenhum tipo de trabalho escravo na nossa cadeia. Desenvolvemos ações com nossos fornecedores a fim de que isso possa realmente ser cumprido”.</p>
<p><strong><a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/tomas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-41" title="tomas_serasa" src="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/tomas.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Tomás Carmona, Serasa Experian<br />
</strong>&#8220;A Serasa Experian é signatária do Pacto e entende que fazer parte desta iniciativa não é só uma forma de apoiá-la, mas também de trazer a questão do trabalho escravo para dentro do nosso próprio negócio. Trata-se de uma empresa de informações, principalmente de informações para negócios, para decisões de crédito, e temos alimentado os nossos produtos com a informação das autuações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com relação ao trabalho escravo. Isso representa um risco para o nosso cliente quando eles tomam decisões e precisam saber se aquele cliente para quem ele está concedendo crédito tem um risco não só econômico, mas também social, que é o caso do trabalho escravo&#8221;.</p>
<p><strong>Simone Guimarães, Shell Brasil<br />
</strong>“A importância de assinar o Pacto é poder dar uma contribuição maior ao País, que vai além das nossas operações. O nosso desafio é maior, temos diversas cadeias produtivas. Parece que não, mas quando você fala de trabalho escravo em outras empresas, tem muita gente que acha não existe ou que é exagero. Por isso, acredito que as empresas que fazem parte do Pacto tem o papel de conscientizar as outras empresas, seus fornecedores. Tem o dever de levantar a questão, de colocar o quão real e o quão próximo de suas operações o trabalho escravo está”.</p>
<p><strong><a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/monica_caixa_picnik1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-40" title="monica_caixa" src="http://reporterbrasil.org.br/seminario/wp-content/uploads/2010/09/monica_caixa_picnik1.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Mônica Beatriz Rodrigues, Caixa Econômica Federal<br />
</strong>&#8220;A importância de estarmos participando desde momento aqui a respeito do Pacto pela Erradicação do Trabalho Escravo é no sentido de conhecer os resultados mesmo do monitoramento das políticas que estão sendo implementadas e até de conhecer<br />
melhores práticas pra incrementar aquilo que já fazemos no segmento comercial e na área mesmo - como a restrição de financiamento de crédito baseado na &#8216;lista suja&#8217;&#8221;.</p>
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		<title>Faça download das apresentações do 3º Seminário</title>
		<link>http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=29</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação do Fórum Latino-Americano de Finanças Sustentáveis &#8211; LASFF (Latin American Sustainability Financial Forum, na sigla em inglês) da FGV Apresentação do Instituto Sócio Ambiental (ISA) sobre o estudo &#8220;Conexões Sustentáveis&#8221; Apresentação do projeto Viena Educar, da Viena Siderúrgica Apresentação &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=29">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_Lasff_2010.ppt" target="_blank">Apresentação do Fórum Latino-Americano de Finanças Sustentáveis &#8211; LASFF (Latin American Sustainability Financial Forum, na sigla em inglês) da FGV</a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_ISA_2010.ppt" target="_blank">Apresentação do Instituto Sócio Ambiental (ISA) sobre o estudo &#8220;Conexões Sustentáveis&#8221;</a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_Viena_2010.pptx" target="_blank">Apresentação do projeto Viena Educar, da Viena Siderúrgica </a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_Walmart_2010.ppt" target="_blank">Apresentação do Walmart Brasil </a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_Ethos_2010.pdf" target="_blank">Apresentação do Instituto Ethos sobre a Associação Mesa Redonda da Soja Responsável, ou RTRS (Round Table on Responsible Soy, em inglês)</a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_IOS_2010.pptx" target="_blank">Apresentação do Instituto Observatório Social sobre a Plataforma de Monitoramento</a></p>
<p><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/seminario3_SLC_2010.ppt" target="_blank">Apresentação da SLC Agrícola</a></p>
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		<title>Pacto completa 5º ano e busca aprimorar cerco à escravidão</title>
		<link>http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=25</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=25</guid>
		<description><![CDATA[Por Maurício Hashizume (Repórter Brasil) São Paulo (SP) - Os representantes de empresas, associações e entidades que fazem parte do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo saíram do evento que marcou os cinco anos da iniciativa, realizado nesta quarta-feira (1º) na capital paulista, &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=25">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Maurício Hashizume (Repórter Brasil)</p>
<p><strong>São Paulo</strong> <strong>(SP)</strong> - Os  representantes de empresas, associações e entidades que fazem parte do  Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo saíram do evento que  marcou os cinco anos da iniciativa, realizado nesta quarta-feira (1º)  na capital paulista, com uma carga nova de dados e informações  relacionadas ao compromisso (<em>confira <a href="http://www.reporterbrasil.com.br/pacto/noticias/view/286">cobertura especial</a></em>) e muitos desafios.</p>
<p>A  experiência brasileira, que reúne mais de uma centena de signatários e  ocupa posição de destaque em termos globais entre programas de  cooperação entre o setor público e a iniciativa privada, foi mais uma  vez reconhecida como exemplo de enfrentamento à escravidão contemporânea  por Caroline O´Reilly, que vem a ser a coordenadora do Programa de Ação  Especial de Combate ao Trabalho Forçado da Organização Internacional do  Trabalho (OIT) em Genebra (Suíça). Pela primeira vez, o  encontro de signatários contou com participantes estrangeiros, assumindo  caráter internacional.</p>
<p>&#8220;Ao implementar o Pacto, o Brasil não tem  beneficiado apenas os trabalhadores brasileiros vulneráveis ao trabalho  forçado. Essas ações ultrapassam fronteiras, servem de exemplo prático e  podem ajudar mais pessoas em outros países&#8221;, comentou Caroline, que  abriu oficialmente o III Seminário do Pacto Nacional pela Erradicação do  Trabalho Escravo.</p>
<table border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20100903caroline_pacto.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Pacto Nacional não tem beneficiado apenas brasileiros, diz coordenadora da OIT (Foto: MH)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A  coordenadora enfatizou a importância do envolvimento do conjunto de  agentes que fazem parte das cadeias produtivas, inclusive dos  intermediários. Segundo ela, todas as partes precisam estar cientes das  possibilidades de ligação com a exploração de trabalho escravo e dos  riscos relacionados a esse possível envolvimento. &#8220;Não há setores imunes  ao trabalho forçado. Esse tipo de prática pode ocorrer em todo lugar&#8221;.</p>
<p>As palavras da ativista Katie Ford, que se pronunciou pela <a href="http://www.freetheslaves.net/">organização não-governamental (ONG) norte-americana Free The Slaves</a> na  mesa de abertura, confirmaram o grau de reputação da  experiência brasileira mundo afora. Em conversa recente com executivos  de uma grande companhia exportadora chinesa, a própria Katie citou  o Pacto como exemplo de projeto compartilhado. Ela admitiu ter  passado 25 anos como empresária (à frente da agência internacional de  modelos Ford Models) sem saber praticamente nada sobre o trabalho  escravo contemporâneo.</p>
<p>Nos últimos anos, Katie conheceu o  programa da Free The Slaves, descobriu que a escravidão não tinha sido  abolida como aprendera na escola e passou a atuar pessoalmente no  combate à chaga. Desde então, circula por continentes para impulsionar  iniciativas que possam contribuir para extinguir o problema.  &#8220;Continuarei falando do Pacto nos próximos anos&#8221;.</p>
<p><strong>Oportunidades</strong><br />
A  despeito dos avanços conquistados pelo compromisso empresarial,  ainda há muitas oportunidades de aperfeiçoamento - tanto no que se  refere às rotinas e providências das empresas signatárias quanto ao  próprio pacto. &#8220;Não podemos apenas ficar vangloriando o que já foi  feito&#8221;, chamou a atenção Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto  Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. A entidade de Paulo atua no  campo empresarial e compõe &#8211; junto com a OIT, o Instituto Observatório  Social (IOS) e a ONG <strong>Repórter Brasil </strong> &#8211; o Comitê de Coordenação e Monitoramento.</p>
<p>Ele  salientou que será preciso avançar muito mais para a erradicação  efetiva do trabalho escravo. Em sua apresentação, o dirigente do Ethos  advertiu ainda acerca das limitações de compromissos  voluntários corporativos e classificou como &#8220;questão-chave&#8221; a atuação no  sentido da consolidação de políticas públicas de combate ao trabalho  escravo.</p>
<p>&#8220;A ´lista suja´ [cadastro de empregadores flagrados na  exploração de trabalho escravo] não pode, por exemplo, continuar  sustentada apenas como portaria do Ministério do Trabalho e Emprego  (MTE)&#8221;, completou. Outra lacuna apontada por Paulo diz respeito à  cobrança para que empresas multinacionais possam  estabelecer referenciais igualitários e elevados de condições de  trabalho em todas as nações em que mantêm atuação, sem &#8220;rebaixar&#8221; o  padrão conforme as brechas das legislações de cada país.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20100903pacto201001.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Participantes da abertura destacaram conquistas e desafios que continuam em aberto (Foto:MH)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Oportunidades  de integração da luta pela garantia dos direitos humanos com a  sustentabilidade ambiental também foram abordadas por Laís Abramo,  diretora do Escritório da OIT no Brasil. Nesse sentido, o Pacto Nacional  &#8211; que agora possui uma logomarca elaborada pela <a href="http://www.sagaranacomunicacao.com.br/">Sagarana Comunicação</a> (<em>veja imagem abaixo</em>) &#8211; pode contribuir para eliminar prática criminosa e também viabilizar emprego e renda às reais e potenciais vítimas.</p>
<p>Por  meio dos chamados &#8220;empregos verdes&#8221; que combinam trabalho decente com  ganhos ambientais, as companhias têm a disposição a chance de se  contrapor ao degradante ciclo que une trabalho escravo, &#8220;grilagem&#8221; de  terras (falsificação de títulos agrários) e desmatamento ilegal.</p>
<p>A  promoção do trabalho decente aparece como prioridade na agenda sindical  da Central Única dos Trabalhadores (CUT), confirmou Aparecido Donizeti  da Silva,<br />
presidente do Instituto Observatório Social (IOS), que é  ligada à central. Junto com o monitoramento das empresas &#8220;até como  classe trabalhadora&#8221;, o IOS agrega a responsabilidade de levar  as experiências e discussões do Pacto Nacional até o cotidiano  dos trabalhadores. Neste atual contexto de crescimento econômico no  Brasil, a difusão do conceito e da prática do trabalho decente é, no  entender de Aparecido, fundamental.</p>
<p>Secretário executivo da  Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e  representante da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência  da República (SEDH/PR), José Guerra anunciou que a questão do combate ao  trabalho escravo poderá ser tratada de forma mais coordenada com os  outros países do Mercosul, pois o Brasil assumiu a presidência Pro  Tempore do bloco de países da América do Sul.</p>
<p>&#8220;Apenas a  fiscalização trabalhista não dá conta do problema. É fundamental que  toda sociedade demonstre um comprometimento muito sério&#8221;, completou  Renato Bignami, auditor fiscal da Superintendência Regional de Trabalho e  Emprego (SRTE/SP) que representou o Ministério do Trabalho e Emprego  (MTE) no III Seminário. Na visão dele, esse compromisso terá resultados  ainda mais consistentes se acompanhados da criatividade (para a  formulação de caminhos e soluções), do diálogo (para alargar a  cooperação entre os diferentes setores da sociedade) e do respeito ao  ser humano.</p>
<p>No final de cada cadeia produtiva, complementou  Renato, há &#8220;um ser humano, um semelhante&#8221;. Para o auditor, o princípio  da solidariedade, que constitui o Direito do Trabalho, tende a ter  reflexos positivos para a própria economia de mercado. &#8220;Emprego existe  para atender os seres humanos. E não para atender apenas o capital ou a  própria empresa&#8221;.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20100903logo_menor02.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Logomarca foi lançada no III Seminário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Simultaneamente  aos cinco anos do Pacto Nacional, promotores do encontro lembraram da  comemoração dos 15 anos da criação do grupo móvel de fiscalização de  trabalho escravo. Desde 1995 até hoje, operações do grupo móvel de  fiscalização e das SRTEs libertaram cerca de 40 mil pessoas, salientou  Leonardo Sakamoto, da <strong>Repórter Brasil</strong>.</p>
<p><strong>Pesquisas</strong><br />
Apresentada  pelo coordenador de pesquisas do IOS, Felipe Saboya, a síntese das  informações colhidas no processo de monitoramento dos signatários do  Pacto por meio de plataforma digital evidenciou números para a avaliação  e definição dos próximos passos da iniciativa.</p>
<p>A quantidade de  signatários, que antes do processo de monitoramento chegou a 217  empresas e organizações, passou a ser de 113 signatários. Esta redução  pode ser atribuída <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1769">não apenas à exclusão das que não cumpriram os procedimentos obrigatórios (definidos no código de conduta)</a>, mas a fusões de grupos e correções de adesões pulverizadas.</p>
<p>Esse  enxugamento, contudo, não teve reflexos muito significativos em termos  de representatividade das companhias envolvidas. Das 10 empresas com  maior patrimônio do país, quatro fazem parte do Pacto Nacional. <a href="http://www.observatoriosocial.org.br/portal/index.php?option=content&amp;task=view&amp;id=4366&amp;Itemid=89">Empresas compõem 75% do Pacto, enquanto os outros 25% são formados por ONGs, associações, entidades da sociedade civil etc</a>. Ao  todo, 38% aderiram em 2005, quando a iniciativa foi lançada. Nos anos  seguintes, houve uma média de aumento de 15% de signatários a cada  período de 12 meses.</p>
<p>Sobre os setores econômicos, nota-se uma  grande participação da indústria de transformação (47,4%)  entre os engajados. Em seguida, vem o ramo da agricultura (19,7%). E no  que se refere à ligação na cadeia produtiva com atividades, sobressaem  justamente os conhecidos setores de pecuária, soja, cana-de-açúcar,  milho e carvão vegetal.</p>
<table border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20100903felipe_pacto.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Das participantes, apenas 56,6% pesquisam  cadeia produtiva, diz Felipe, do IOS (Foto: MH)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A  maioria absoluta das empresas signatárias é formada por empresas da  América do Sul (71%). Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Mato  Grosso dominam quanto à localização da sede, mas Minas Gerais, Goiás e  Paraná estão na ponta no quesito local de atuação. É possível verificar  um equilíbrio mais ou menos equânime das exportações para quatro regiões  distintas: América do Sul, Ásia, Europa e América do Norte.</p>
<p>Entre  os dados específicos do cumprimento do Pacto, preocupam especialmente  os dígitos da dimensão do monitoramento: apenas 56,6% realizam  diagnósticos de suas respectivas cadeias produtivas.</p>
<p>Os números  de outras duas dimensões (treinamento e comunicação/divulgação) também  não impressionam. Só metade das empresas participantes realiza  treinamento e 64% não dão nenhum suporte a ações de reintegração de  egressos do trabalho escravo. Mais de 60% não contribui com campanhas de  informação aos trabalhadores vulneráveis ao aliciamento para trabalho  escravo,<br />
23% sequer divulgam para a sociedade que são signatárias do Pacto Nacional<br />
e mais da metade (51,3%) não sistematizou e divulgou suas experiências relacionadas ao compromisso assumido.</p>
<p>Na  dimensão normativa, 83,5% dos monitorados informaram dispor de  mecanismos de suspensão caso o parceiro comercial entre na &#8220;lista suja&#8221;  do trabalho escravo e 67,1% declararam possuir cláusulas com restrições e  vetos à exploração de trabalho escravo.</p>
<p>Também houve divulgação dos resultados do <a href="http://www.reporterbrasil.com.br/pacto/noticias/view/280">relatório sobre o engajamento para erradicação do trabalho escravo por parte das empresas com capital aberto</a>.  Paula Peirão, do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação  Getúlio Vargas (GVCes), relatou o envio de pedido de informações para  todas as empresas da Bolsa de Valores de São Paulo. <a href="http://intranet.gvces.com.br/cms/arquivos/trabalho_escravo.pdf">Do total em termos numéricos, apenas 17% responderam</a>.  Mesmo com o baixo índice de respostas a sete perguntas, o contingente  que respondeu representa significativos 52% do total de valor ativo  negociável da BM&amp;FBovespa.</p>
<p>&#8220;A ausência de resposta também é  uma resposta. O sinal amarelo foi aceso&#8221;, comentou Eugênia Buosi, do  Santander Asset Management e do Fórum Latino-Americano de Finanças  Sustentáveis &#8211; LASFF (Latin American Sustainability Financial Forum, na  sigla em inglês). Junto com o questionário, a GVCes e o Lasff  encaminharam uma carta de engajamento às empresas com sinalização de que  esse tipo de preocupação (sobre impactos socioambientais) veio para  ficar e que o trabalho escravo é um crime inaceitável. Signatários do  Pacto representam 42% do total de valor ativo negociável da Bolsa.</p>
<table border="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20100903paula_pacto.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Paula, da GVCes: apenas 17% das empresas da BM&amp;FBovespa responderam pesquisa (Foto: MH)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O combate ao trabalho escravo, explicou Eugênia, também vem sendo reforçado por conta dos <a href="http://www.unpri.org/">Princípios  para o Investimento Responsável &#8211; ou simplesmente PRI (Principles for  Responsible Investment), na sigla em inglês &#8211; da Organização das Nações  Unidas (ONU)</a>. Um grupo de engajamento que reúne instituições e  investidores do mercado financeiro vem desenvolvendo atividades ligadas  ao PRI no Brasil. No mundo, 750 empresas do mercado financeiro que  tem US$ 20 trilhões de ativos sob gestão decidiram adotar esses  princípios.</p>
<p>As instituições organizadoras da  pesquisa devem seguir acompanhando o comportamento das empresas com  ações na Bolsa. Em resposta ao questionário, 41% das empresas que ainda  não participam do Pacto Nacional prometeram que assinariam dentro de 12  meses. Outros 30% dos não-signatários declararam que estavam analisando  essa possibilidade.</p>
<p><strong>Passos</strong><br />
Na seara das boas  práticas, três grupos &#8211; Walmart, Viena Siderúrgica e SLC Agrícola  - expuseram durante o evento linhas gerais de ações em curso. Houve  espaço para a discussão de possíveis convergências e sinergias entre o  Pacto Nacional e outros acordos socioambientais como: a <a href="http://www.responsiblesoy.org/">Mesa Redonda da Soja Responsável, ou RTRS (Round Table on Responsible Soy, em inglês)</a> - apresentado por Caio Magri, do Ethos -, o <a href="http://www.conexoessustentaveis.org.br/">Conexões Sustentáveis</a> &#8211; explicado por Sérgio Mauro Santos Filho, do Instituto Socioambiental  (ISA), e a moratória da carne por conta da repercussão do relatório <a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Documentos/Farra-do-Boi-na-Amazonia/">Farra do Boi na Amazônia</a> &#8211; detalhada por Márcio Astrini, do Greenpeace.</p>
<p>Caio  realçou o potencial de sinergia para a conversão de exigências de  condutas de responsabilidade socioambiental em políticas públicas mais  amplas e permanentes. Sérgio, por sua vez, propôs cruzamentos  inteligentes como a partilha comum de dados para não confundir e  atrapalhar a construção de alternativas. Já Márcio convocou o  estreitamento de parcerias com as empresas no sentido de pressionar  por políticas de Estado orientadas para a sustentabilidade e não para a  devastação.</p>
<p>Os membros do Comitê de Coordenação e Monitoramento  do Pacto Nacional informaram os signatários, na derradeira mesa do  seminário, que estão sendo planejadas reuniões setoriais para aprofundar  convergências entre empresas da mesma área. A primeira mesa enfocará o  setor de carvão e aço. Enquanto companhias siderúrgicas que  produzem ferro gusa tem demonstrado comprometimento, foi destacado que,  até hoje, nenhuma empresa do segmento automobilístico assinou o Pacto  Nacional.</p>
<p>Serão ainda marcadas reuniões para o aprofundamento do  compromisso empresarial nas áreas açúcar e álcool, soja, carne,  indústria têxtil, construção civil e produção de móveis. Novos estudos  das cadeias produtivas estão a caminho, bem como um anexo em língua  inglesa do Pacto voltado para grupos estrangeiros. Como proposta  inicial, serão contactadas companhias norte-americanas que mantém  comércio ativo com o Brasil. Paralelamente, o Comitê continua  incentivando atividades de formação interna sobre o tema para o corpos  de funcionários das participantes e o convencimento de parceiros  comerciais para fortalecer a rede de empresas signatárias.</p>
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		<title>Empresas reconhecem risco da exposição ao trabalho escravo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:38:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[(Rodrigo Rocha – do Repórter Brasil) Das empresas listadas na BM&#38;FBovespa que responderam à pesquisa, 83% têm consciência do risco à imagem, reputação e atração de novos investimentos ocasionado pela presença de trabalho escravo na cadeia produtiva Dados do relatório &#8221;Engajamento &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=20">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>(</strong>Rodrigo Rocha<strong> – do Repórter Brasil)</strong></p>
<p><em>Das empresas listadas na BM&amp;FBovespa que responderam à pesquisa, 83% têm consciência do risco à imagem, reputação e atração de novos investimentos ocasionado pela presença de trabalho escravo na cadeia produtiva</em></p>
<p>Dados do relatório &#8221;Engajamento para Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil&#8221; confirmaram que grande parte das empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores reconhecem os riscos do envolvimento em casos de trabalho escravo, mas mostraram também a existência de lacunas quando se trata de ações mais práticas no sentido da erradicação do crime.</p>
<p>Das empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&amp;FBovespa) que responderam à pesquisa do <a href="http://www.lasff.com.br/pt/" target="_blank">Fórum Latino-Americano sobre Finanças Sustentáveis (da sigla em inglês LASFF)</a>, 83% afirmaram que têm consciência dos riscos à imagem, reputação e atração de novos investimentos ocasionados pela presença de trabalho escravo em sua cadeia produtiva.</p>
<p>Segundo o relatório, 76% realizam levantamentos para analisar quais são as práticas de seus parceiros comerciais e 85% afirmaram que adotam algum tipo de procedimento quando identificam a possibilidade de ocorrência de trabalho escravo em seus parceiros, que vão desde investigação e construção de um plano de ação até o cancelamento de contrato/crédito.</p>
<p>Apesar do número absoluto de empresas representar somente 17% das presentes na Bolsa, elas reuniam na data de realização do questionário (setembro de 2009) 52% do valor ativo negociável na BM&amp;FBovespa. O relativo baixo volume de respostas, relativizam os promotores da pesquisa, pode estar relacionado ao fato de que o tema é &#8220;uma demanda nova para as empresas, ainda que vinda de um grupo representativo de administradores de recursos de terceiros e relevantes agentes do mercado financeiro.&#8221;</p>
<p>Das empresas que responderam ao questionário, 37% já fazem parte do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, o que corresponde a 41,8% do ativo negociável na Bolsa de Valores. Das empresas que não são signatárias do Pacto Nacional, mais de dois terços pretende ou fazer parte nos próximos 12 meses ou já tem a adesão estabelecida como meta.</p>
<p>Ainda que as empresas declarem ter consciência de que a presença de trabalho escravo em seus fornecedores ou clientes traz riscos aos seus negócios, não há ao mesmo tempo um &#8220;engajamento ativo significativo&#8221; por parte das mesmas.  Cerca de 24%, por exemplo, não promovem nenhuma ação prática para engajar os parceiros comerciais em prol de práticas trabalhistas legais.</p>
<p>&#8220;Grande parte das empresas declarou valer-se apenas de cláusulas contratuais ou da divulgação (passiva) de suas políticas, sem a realização de ações complementares de verificação, monitoramento e conscientização&#8221;, completa o relatório. O Lasff é um projeto do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) e da International Finance Corporation (IFC) que práticas e iniciativas de sustentabilidade no setor financeiro.</p>
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		<title>Veja mais iniciativas de combate ao trabalho escravo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 09:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sinergias]]></category>
		<category><![CDATA[compromisso pela liberdade]]></category>
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		<description><![CDATA[FARRA DO BOI O trabalho investigativo de três anos resultou em um Relatório sobre a atividade que é o maior vetor de desmatamento no mundo e fonte de emissão de gases do efeito estufa. O Relatório mostrou pela primeira vez &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=15">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Documentos/Farra-do-Boi-na-Amazonia/"><strong>FARRA DO BOI</strong></a></p>
<p>O trabalho investigativo de três anos resultou em um Relatório sobre a atividade que é o maior vetor de desmatamento no mundo e fonte de emissão de gases do efeito estufa. O Relatório mostrou pela primeira vez a ligação da carne, do couro e de outros produtos derivados de bovinos de fazendas envolvidas em desmatamento ilegal, invasão de áreas protegidas e trabalho escravo, e grandes indústrias e marcas do setor de vestuário, alimentos e supermercados.</p>
<p>Segundo Andre Muggiati, coordenador da campanha de pecuária do Greenpeace, “Marcas famosas de tênis, supermercados, automóveis e bolsas de grife devem garantir que seus produtos não estão envolvidos com os crimes praticados pela indústria pecuária brasileira. Práticas como essa põem em risco o futuro de uma indústria importante para a economia brasileira. Combatê-las é fundamental não apenas para o meio ambiente, mas também para aumentar a competitividade da pecuária nacional aqui e no exterior&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.conexoessustentaveis.org.br/"><strong>CONEXÕES SUSTENTÁVEIS</strong></a></p>
<p>A iniciativa “Conexões Sustentáveis: São Paulo – Amazônia” tem como objetivo mobilizar as cadeias produtivas e de valor dos setores da pecuária, madeira e soja. Os signatário da iniciativa têm como obrigação o financiamento, a distribuição e a comercialização de produtos com certificação (ou que estejam em processo de regularização) e provenientes de fornecedores que não façam parte da <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/pacto/listasuja/info/pt">Lista Suja do Trabalho Escravo</a> ou de áreas <a href="http://siscom.ibama.gov.br/geo_sicafi/" target="_blank">embargadas pelo Ibama</a>. E, no caso do Pacto da Soja, que estejam localizados nas áreas liberadas pela &#8220;Moratória da Soja&#8221;</p>
<p><a href="http://www.responsiblesoy.org"><strong>ASSOCIA</strong><strong>ÇÃO INTERNACIONAL DE SOJA RESPONS</strong><strong>Á</strong><strong>VEL </strong><strong>(RTRS, sigla em inglês)</strong></a></p>
<p>Iniciativa criada em 2006, promove o uso e o crescimento da produção sustentável da soja. Entre os objetivos principais: facilitar o dialogo global sobre soja economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta, servir de Fórum para o monitoramento da produção global da soja sustentável, desenvolver e incentivar um padrão de sustentabilidade para a produção, processamento e comercialização da soja.</p>
<p><a href="http://www.compromissopelaliberdade.org.br/" target="_blank"><strong>COMPROMISSO PELA LIBERDADE</strong></a></p>
<p>A Carta-compromisso contra o Trabalho Escravo é uma iniciativa de organizações da Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo (para candidatos a governos estaduais e do Distrito Federal e à Presidência da República) e da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (para candidatos à Presidência da República) e está sendo executada pela ONG Repórter Brasil. A campanha contribui para pautar o tema durante as eleições, além de estabelecer um canal direto de diálogo (e eventual cobrança) entre a sociedade civil e os futuros administradores públicos.</p>
<p>Todos os candidatos à Presidência da República e os principais candidatos aos governos dos 26 Estados e do Distrito Federal foram convidados a assinar a Carta-Compromisso. Antes do primeiro turno das eleições, será realizada uma coletiva de imprensa para divulgar o balanço de quem assinou o documento e quem se recusou a fazê-lo. Quem assina a Carta se compromete, entre outros pontos, a apoiar a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que prevê o confisco de imóveis onde for encontrado trabalho análogo ao de escravo (PEC 438/2001), que tramita no Congresso Nacional, e a renunciar ao eventual mandato caso seja descoberto trabalho escravo em suas propriedades, além de exonerar qualquer pessoa que ocupe cargo público de confiança que se beneficie deste tipo de mão-de-obra.</p>
<p>O conteúdo completo do documento e o acompanhamento das adesões estão disponíveis no site <a href="http://www.compromissopelaliberdade.org.br/" target="_blank">www.compromissopelaliberdade.org.br</a>.</p>
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		<title>III Seminário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminário]]></category>
		<category><![CDATA[escravo seminario]]></category>
		<category><![CDATA[observatorio social]]></category>
		<category><![CDATA[pacto trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[O Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo está completando cinco anos. São mais de 130 empresas e organizações reunidas para combater o trabalho escravo na economia brasileira. E para discutir os avanços obtidos até agora e os desafios para &#8230; <a href="http://reporterbrasil.org.br/seminario/?p=1">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/pacto/conteudo/view/4" target="_blank">Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo</a></strong> está completando cinco anos. São mais de 130 empresas e organizações reunidas para combater o trabalho escravo na economia brasileira. E para discutir os avanços obtidos até agora e os desafios para combater esse crime contra os direitos humanos, o Comitê de Coordenação e Monitoramento do Pacto Nacional organizou um <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1786">seminário</a> realizado nesta quarta-feira, em São Paulo.</p>
<p>Este blog é uma iniciativa do Repórter Brasil e do Instituto Observatório Social concentrar esforços na cobertura deste evento que reunirá signatários do pacto para um balanço do cumprimento do acordo. Também serão apresentados os resultados do monitoramento e discussões sobre a situação nas cadeias produtivas com incidência desse problema, além das apresentações de boas práticas empresariais contra a escravidão.</p>
<p>Acompanhe nossa cobertura. Siga o @pacto_nacional no Twitter!</p>
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