Tag: Estado brasileiro

Ato-debate “Copa, ame-a ou deixe-a: 50 anos do golpe” acontece na praça Roosevelt, em São Paulo

Nesta sexta-feira, dia 14, às 18hs, acontece ao ar livre na praça Roosevelt, em São Paulo (SP), o evento “Copa, ame-a ou deixe-a: 50 anos do golpe”. Organizado pelo Coletivo Juntos!, o debate tem como objetivo fazer uma reflexão sobre a relação da experiência vivida durante a Ditadura Militar (1964-1985) e as atuais propostas de lei antiterrorismo presentes no parlamento brasileiro. Diversas personalidades discutirão com o público os ataques aos direitos sociais da população, como remoções forçadas, e o recrudescimento da repressão sobre as manifestações que vêm acontecendo no contexto da realização da Copa do Mundo no Brasil. Já confirmaram presença o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), o jurista da Universidade de São Paulo (USP) Jorge Souto Maior, o deputado estadual Carlos Giannazi (Psol), a pré-candidata à vice-presidência do Psol Luciana Genro, a filósofa Márcia Tiburi e o padre Júlio Lancelotti, além de representantes da Uneafro (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora) e do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). Para mais informações, clique aqui. Serviço Copa, ame-a ou deixe-a: 50 anos do golpe 14/03, às 18h LOCAL: Praça Roosevelt, São Paulo, SP ENTRADA GRATUITA ORGANIZAÇÃO: Coletivo...

Inscrições abertas para seminário contra o genocídio da juventude negra

O Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica promove, em 31 de agosto e 1º de setembro, seminário com o objetivo de denunciar as formas de violência, praticadas pelo Estado, que têm por alvo jovens negras e negros. O evento acontece em São Paulo (SP), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema), próxima à estação Armênia do metrô (linha 1-azul). A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do e-mail: c.genocidiojppp@gmail.com Entidades e ativistas de direitos humanos se encontram para denunciar e discutir ações racistas e discriminatórias estabelecidas em vários níveis institucionais no Brasil. O primeiro painel de discussões, “Estado, Racismo e Violência”, apresenta as relações históricas e políticas que compreendem o genocídio da população negra e moradora da periferia. Na sequência, o debate “Direitos Humanos no Estado de São Paulo” faz uma analise das políticas públicas de segurança que tratam como inimigo quem é pobre, negro e morador da periferia. Movimentos sociais são convidados a dar depoimentos sobre a rotina de atos da violência imbuída no Estado Brasileiro e explicar o histórico de violações praticadas contra a juventude negra e outras minorias. Além disso, artistas que dedicam sua obra à luta contra o racismo confirmam participação. Serviço SEMINÁRIO Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica 31/08 e 01/09 LOCAL: Sede do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema) ENDEREÇO: Av. Tiradentes, 1.323, nas proximidades da estação Armênia do metrô — São Paulo (SP) ENTRADA GRATUITA ORGANIZAÇÃO: Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e...

Ciclo de debates promove livro sobre manifestações de junho

Na esteira da recente onda de protestos pelo país, a Boitempo Editorial prepara dois eventos para o lançamento do livro Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Durante a noite do próximo dia 22, quinta-feira, intelectuais e ativistas se reúnem em São Paulo, no prédio dos cursos de Filosofia e Ciências Sociais da USP, e no Rio de Janeiro, no Auditório Manoel Maurício da UFRJ, para um ciclo de debates com os autores sobre os últimos acontecimentos que ficaram conhecidos como Jornadas de Junho. Cidades rebeldes é o primeiro livro impresso inspirado nos megaprotestos iniciados há dois meses. De acordo com a editora Boitempo, trata-se de um esforço intelectual para analisar as causas e consequências desse acontecimento para a democracia brasileira. Escrita e editada em junho e julho, a obra traz artigos com perspectivas variadas sobre as manifestações, a questão urbana, a democracia e a mídia, bem como outros temas. Participam dessa coletânea autores nacionais e internacionais, como Slavoj Žižek, David Harvey, Raquel Rolnik, Ermínia Maricato, Jorge Souto Maior, Mauro Iasi, Silvia Viana, Ruy Braga, Lincoln Secco, Leonardo Sakamoto, Venício Lima, Paulo Arantes e Roberto Schwarz. O livro também conta com um ensaio fotográfico do coletivo Mídia NINJA e ilustrações sobre as manifestações de Laerte, Rafael Coutinho, Pirikart, entre outros. Confira a página no Facebook dos eventos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Serviço DEBATES DE LANÇAMENTO DO CIDADES REBELDES Em São Paulo com Paulo Arantes, Jorge Souto Maior, Ruy Braga, Karl von Holdt, Raquel Rolnik, Silvia Viana, Lincoln Secco, MPL e Roberto Schwarz 22/08/2013 HORÁRIO: das 17h às 19h, e...

Senadora Kátia Abreu perde processo movido contra o Greenpeace Brasil

Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) deram razão, no último dia 17, ao Greenpeace Brasil em uma ação movida pela senadora da República no Estado do Tocantins e presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA), Kátia Abreu (PSD-TO). O acórdão judicial foi publicado na última terça-feira (22). A congressista entrou contra a organização na Justiça com o pedido de indenização por danos morais, quando foi chamada de “miss desmatamento” por ativistas do Greenpeace presentes no Congresso Nacional em protesto à atuação dela na aprovação da Medida Provisória 458, conhecida como “MP da grilagem”, durante o ano de 2009. Na decisão, o relator do processo, Waldir Leônico Júnior, entendeu que os termos utilizados —“miss desmatamento” e “rainha do desmatamento”— para se referir à senadora “não dão ensejo a dano moral”. De acordo com o integrante do TJDF, qualquer agente público em exercício político está exposto a críticas dos mais diversos setores da sociedade. “Tais acontecimentos são inerentes à atividade política e à vida pública e não podem ser equiparados à exposição da vida privada dos cidadãos que não exercem tais atividades”, explica o magistrado. Os desembargadores J.J. Costa Carvalho e Sérgio Rocha acompanharam o voto do relator do processo. A decisão está disponível aqui. “A decisão da Justiça é marcante e versa sobre algo muito mais amplo do que liberdade de manifestação. O que os desembargadores entenderam é que, como senadora, Kátia Abreu necessita dar satisfação de sua atuação pública e pode ser questionada por isso”, diz o advogado da organização, Fernando Furriela, em nota publicada no site do Greenpeace...

Senadora Kátia Abreu perde processo movido contra o Greenpeace Brasil

Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) deram razão, no último dia 17, ao Greenpeace Brasil em uma ação movida pela senadora da República no Estado do Tocantins e presidente da Confederação de Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA), Kátia Abreu (PSD-TO). O acórdão judicial foi publicado na última terça-feira (22). A congressista entrou contra a organização na Justiça com o pedido de indenização por danos morais, quando foi chamada de “miss desmatamento” por ativistas do Greenpeace presentes no Congresso Nacional em protesto à atuação dela na aprovação da Medida Provisória 458, conhecida como “MP da grilagem”, durante o ano de 2009. Na decisão, o relator do processo, Waldir Leônico Júnior, entendeu que os termos utilizados —“miss desmatamento” e “rainha do desmatamento”— para se referir à senadora “não dão ensejo a dano moral”. De acordo com o integrante do TJDF, qualquer agente público em exercício político está exposto a críticas dos mais diversos setores da sociedade. “Tais acontecimentos são inerentes à atividade política e à vida pública e não podem ser equiparados à exposição da vida privada dos cidadãos que não exercem tais atividades”, explica o magistrado. Os desembargadores J.J. Costa Carvalho e Sérgio Rocha acompanharam o voto do relator do processo. A decisão está disponível aqui. “A decisão da Justiça é marcante e versa sobre algo muito mais amplo do que liberdade de manifestação. O que os desembargadores entenderam é que, como senadora, Kátia Abreu necessita dar satisfação de sua atuação pública e pode ser questionada por isso”, diz o advogado da organização, Fernando Furriela, em nota publicada no site do Greenpeace...