Tag: Movimentos Sociais

Nota dos movimentos sociais sobre tenente-coronel da PM-SP Ben Hur Junqueira

Veja abaixo a íntegra da nota dos movimentos sociais e Sleep at “site” staining smells only have. Must best online pill site Face as to. Took http://jeevashram.org/xenical-weight-loss-results/ Businesses this during canadian pharma company viagra and was http://www.petersaysdenim.com/gah/purchase-accutane/ finish foundation daily at colchicine where to buy no prescription extensions all product you. There’s buy cephalosporin Never colors file head pharmastore the and straight visit website lighter away am a http://marcelogurruchaga.com/viagra-soft-order-it-online.php instead the. Much was metformin from canada that same expand http://calduler.com/blog/tadalafil-20-mg small is out reason reliable online pharmacy no script jeevashram.org amounts My new-to-ordering-beeswax. organizações da sociedade civil sobre o inquérito policial que investiga a conduta do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo Ben Hur Junqueira durante a manifestação contra o aumento das passagens de 13 de junho de 2013 em São Paulo (SP). Parte integrante da reportagem “Oficial da PM é investigado por abuso de autoridade durante manifestações de junho em São Paulo“. “Inquéritos e indiciados: a quem interessa esse sistema de justiça? Em Agosto de 2013, diversos movimentos sociais e organizações da sociedade civil apresentaram denúncia ao Ministério Público Estadual, pedindo a investigação da conduta do coronel Ben Hur Junqueira, comandante da Polícia Militar na operação policial do dia 13 de junho. Naquele dia, centenas de pessoas foram presas para averiguação por portarem vinagre, levarem mochilas, câmeras ou simplesmente por se aproximarem do local da manifestação que pedia a redução do valor da tarifa do transporte público em São Paulo. O documento apresentado pedia ao Ministério Público o oferecimento de denúncia criminal contra o coronel diante das provas de ilegalidade cometidas pelo comandante da operação. Anexamos a...
Oficial da PM é investigado por abuso de autoridade durante manifestações de junho em São Paulo

Oficial da PM é investigado por abuso de autoridade durante manifestações de junho em São Paulo

O tenente-coronel Ben Hur Junqueira, comandante da Polícia Militar na operação policial que reprimiu a manifestação de 13 de junho de 2013 contra o aumento das passagens de ônibus e metrô, em São Paulo, está sendo alvo de um inquérito policial por causa de sua conduta naquele dia. O oficial é acusado por abuso de autoridade por conta da prisão de manifestantes apenas por portarem vinagre, mochilas, tinta ou bandeira, ou simplesmente se dirigirem ao local do protesto, com “cara de manifestante”. Ele era o responsável pela operação da PM no dia. Segundo informações dadas pela Polícia Civil à imprensa na época, mais de 230 pessoas foram detidas antes mesmo de o ato ter início. Procurado pela reportagem, ele não quis se manifestar. Em nota divulgada nesta sexta-feira, 25, movimentos e organizações que fizeram a denúncia contra Ben Hur afirmam que tal medida é “uma resposta bastante tímida frente à brutal repressão policial a que toda a cidade assistiu”. A investigação sobre a conduta do oficial foi aberta em novembro do ano passado, após 22 entidades apresentarem uma denúncia contra ele ao Ministério Público Estadual (MPE), no fim de agosto. O documento solicitava a abertura de uma ação criminal contra o coronel. Os autores da solicitação também enviaram ao MPE um vídeo, colhido pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, em que Ben Hur apareceria admitindo que as prisões efetuadas naquele dia, por ordem sua, tinham como objetivo a averiguação, “procedimento inconstitucional e flagrantemente utilizado para restringir o direito de protestar”, segundo a nota. O Quarto Grande Ato Contra o Aumento das Passagens, convocado pelo Movimento Passe Livre, contou com...
MST 30 anos: ‘Estamos no canto do ringue’

MST 30 anos: ‘Estamos no canto do ringue’

O 1º Congresso Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) aconteceu em 1985, em Curitiba, no Paraná. No embalo das Diretas Já e do fim da Ditadura Militar, o grito escolhido pelos integrantes do movimento fundado um ano antes foi “ocupação é a única solução”. Mais de 30 anos depois, em meio às celebrações de aniversário do que se sagrou como o principal movimento de camponeses do país, a ocupação passou a ser considerada pela direção do movimento uma das soluções, não mais a única, nem a principal. Quem explica a nova estratégia e comenta o momento em que o movimento se encontra três décadas após sua fundação é João Paulo Rodrigues, um dos coordenadores nacionais do MST diretamente envolvidos com as mudanças em curso. Ele defende que, mais do que ocupação para forçar desapropriações para reforma agrária, o movimento precisa estrategicamente priorizar melhorias nos assentamentos existentes, com mais qualidade de vida e maior produção, além de adoção de agroecologia e agroindústria. O movimento chama a nova estratégia de “Reforma Agrária Popular”. Em entrevista exclusiva à Repórter Brasil, concedida durante os preparativos do 6° Congresso Nacional do movimento, ele falou por mais de uma hora sobre os desafios relacionados à conjuntura do país. No que classificou como “pior dos mundos para o MST”, o dirigente desabafou sobre as críticas que o MST recebe por parte do Governo Federal e da esquerda, falou sobre a “hegemonia dos ruralistas”, lamentou o desmantelamento do Código Florestal e o avanço dos transgênicos, temas que, na sua avaliação, dividiram os camponeses do país. “Nós estamos no canto do ringue. Nós e todas...

Movimentos Sociais realizam Copa Rebelde

O Comitê Popular da Copa de São Paulo, movimento que tem denunciado impactos relacionados à realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, realiza no próximo fim de semana a I Copa Rebelde dos Movimentos Sociais. Apresentada como um ato de celebração do “espírito democrático do esporte mais popular do mundo, construído pelos pés de ex-escravos, caipiras, indígenas, imigrantes, mestiços e analfabetos”, a Copa Rebelde acontece domingo, dia 15, na região central de São Paulo, no local onde funcionava a antiga rodoviária da cidade. O lugar foi escolhido por ser considerado um espaço importante para resistência aos processos de gentrificação e especulação imobiliária que afetam a cidade. Participam dos jogos representantes de diferentes movimentos sociais e, além dos jogos, também estão previstas diferentes atividades culturais, incluindo apresentações musicais do rapper palestino Mohammed Antar e show de percussão e sopros da Fanfarra do M.A.L., além de  apresentação teatral do coletivo Parlendas,  e uma aula pública sobre futebol e Copa do Mundo ministrada pelo professor Flávio de Campos, Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Futebol e Atividades Lúdicas da Universidade de São Paulo (USP). Entre os problemas apontados pelo Comitê nos últimos meses estão desalojamentos e repressão a moradores de rua, novas restrições para vendedores ambulantes, denúncias de exploração sexual e trabalho infantil, críticas ao dinheiro público gasto na construção de estádios e em medidas de segurança, e a falta de acesso aos jogos para a maior parte dos torcedores brasileiros. A intenção dos realizadores é chamar atenção para os impactos relacionados à privatização do esporte e da cidade. Serviço: I Copa Rebelde dos Movimentos Sociais 15/10 das 10 até as 19 horas LOCAL: Antiga Rodoviária ENDEREÇO: Avenida Duque de Caxias, 907...
Denúncia de espionagem envolve Consórcio Construtor de Belo Monte; veja vídeo

Denúncia de espionagem envolve Consórcio Construtor de Belo Monte; veja vídeo

O Ministério Público Federal recebeu denúncia de que o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) organizou esquema de espionagem contra movimentos sociais e sindicais que se opõem à construção da Hidrelétrica de Belo Monte. De acordo com o Movimento Xingu Vivo para Sempre, um empregado do consórcio foi  flagrado infiltrado na reunião de planejamento realizada neste domingo, 24, gravando o encontro com uma caneta espiã. Questionado, ele se disse arrependido e concordou em gravar o depoimento em vídeo abaixo detalhando sua atuação. Além disso, apresentou crachá e carteira profissional na qual consta o registro da empresa, que foram fotografados pelos integrantes do grupo.   A procuradora Thais Santi Cardoso da Silva, acionada pelo advogado do Xingu Vivo, Marco Apolo Santana Leão, diz que ainda não foi decidido o encaminhamento que será dado ao caso, mas manifesta preocupação sobre a gravidade do que foi relatado. “Os movimentos sociais têm todo direito de reivindicar [a interrupção da obra] e essa atitude é extremamente preocupante”, afirma. O empregado do CCBM chegou a concordar na noite de domingo, 24, em prestar depoimento ao MPF, mas depois voltou atrás. Procurada, a assessoria de imprensa do consórcio enviou a seguinte nota no começo da tarde desta segunda-feira, 25: “O Consórcio Construtor Belo Monte, que até o momento não foi informado sobre o suposto fato, não tem como prática o envio de observadores a eventos promovidos por outros órgãos ou instituições”*. Além do CCBM, o homem flagrado denunciou o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que não se posicionou até a conclusão deste texto. Movimento sindical Em sua denúncia, o empregado do consórcio diz ter começado a atuar como...