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Desmatamento e poluição seguem o rastro do agronegócio

Degradação ambiental e concentração fundiária acompanham o avanço da agricultura empresarial no país. Prejuízos causados ao Pantanal, Cerrado e Amazônia são a face mais conhecida dos danos que também atingem camponeses e populações tradicionais

O agronegócio avança na trilha do desmatamento e da superexploração do meio ambiente. No lugar da floresta, grandes pastos para receber gado, lavouras de soja e algodão. E o que restou de árvores que alimentaram madeireiras e carvoarias ou que serviram de insumo para a construção civil das grandes cidades. Esse é o alto preço que paga o país por apostar na grande propriedade rural como alavanca para o desenvolvimento econômico. As ameaças ao Pantanal, Cerrado e Amazônia são apenas a face mais conhecida da destruição ambiental provocada também por grandes projetos de infra-estrutura que obedecem às demandas da indústria e da agricultura exportadora.

"O projeto de assentamento agroextrativista de Nova Ipixuna, no Pará, é a única área verde da cidade. Moram lá 350 famílias e vivemos da extração da castanha-do-pará, açaí, cupuaçu, andiroba, copaíba. O problema é que o assentamento está rodeado de serrarias e carvoarias. As castanheiras, a qualquer hora do dia ou da noite, são levadas do projeto. Os madeireiros oferecem dinheiro a alguns agricultores para eles derrubarem a mata além do permitido. Os carvoeiros se oferecem para comprar a área, para derrubar as árvores e fazer roça. Fico muito triste quando encontro essas pessoas lá dentro", conta Maria do Espírito Santo da Silva, integrante do Conselho Nacional dos Seringueiros e moradora do assentamento de 23,58 mil hectares, criado há nove anos.

Sítio em Sapucaia (PA): árvores que alimentam madeireiras e carvoarias (Fotos Leonardo Sakamoto)

A extração ilegal de madeira para fornecer às siderúrgicas, produtoras de ferro-gusa, também preocupa os agricultores da região de Carajás. Além de testemunhar a plantação de eucaliptos em grandes propriedades alterando a paisagem, Nilton Fernandes da Silva, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Marabá, também vê a mata nativa das pequenas propriedades sendo derrubada e vendida às carvoeiras. O carvão vegetal é utilizado na fabricação de ferro-gusa, matéria-prima do aço.

"A maior fonte para a produção de carvão está nas pequenas propriedades. Os agricultores vendem a madeira muito barata. Mas hoje nem se compra a madeira, já se instala o forno na pequena propriedade mesmo." Além de alertar para a exploração de trabalho escravo nas carvoarias, Nilton afirma que as empresas também financiam o plantio de eucalipto pelos pequenos proprietários. "Para nós, essa é uma ofensiva que vai atender ao grande negócio. Aqui, as grandes propriedades das empresas têm 20, 50 mil hectares. Depois que a mata se acaba, se o pequeno produtor não tiver plantação, não tem como sobreviver."

A agricultura empresarial depende da exploração de grandes extensões de terra. E o termo agronegócio – utilizado para modernizar a imagem do latifúndio – não esconde que, por onde a atividade avança, crescem a degradação ambiental e a concentração fundiária. "O agronegócio também é insustentável do ponto de vista social porque expulsa os pequenos agricultores do local", afirma Sergio Schlesinger, do Fórum Brasileiro de Organizações Não-governamentais (Fbons).

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) foram contatadas para falar sobre o tema, mas não se manifestaram até o fechamento desta reportagem.

Redução de danos
O Ministério do Meio Ambiente tem apostado que é possível conciliar o crescimento econômico do país com a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. Tarefa que impõe um grande desafio, uma vez que a exportação de produtos agrícolas cultivados por grandes propriedades rurais sustenta a política econômica do governo federal, dependente de superávits na balança comercial. Enquanto o Ministério da Agricultura, porta-voz dos interesses do agronegócio, estima que quase 90 milhões de hectares de terras férteis ainda podem ser explorados no país, a pasta de Marina Silva direciona suas forças para projetos que diminuam os danos causados à biodiversidade brasileira.

"Quando a agricultura cresce ocupando espaços já degradados, causa um menor impacto. Mas quando avança sobre novas áreas de floresta, o prejuízo ambiental é maior. Uma política para região de florestas tem que provocar o uso intensivo das áreas já ‘abertas' e, ao mesmo tempo, manter a floresta que já existe. Os principais problemas trazidos pelo agronegócio são o uso de agrotóxicos, a conversão de florestas para desmatamento, e avanços sobre área de reserva legal", avalia o diretor do Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente, Tasso de Azevedo.

Na opinião de Azevedo, a principal arma contra a destruição das florestas é a regularização fundiária, que concede direito de uso e posse da terra e, ao mesmo tempo, arrecada as áreas públicas ocupadas por grileiros (pessoas que falsificam documentos para justificar a posse da terra). "Para combater o desmatamento, tem que trabalhar também com o ordenamento fundiário, pensar a infra-estrutura do país de maneira que seja ambientalmente adequada e fomentar práticas sustentáveis da agricultura e da exploração da floresta. Só monitoramento e fiscalização não resolvem o problema".

 
Áreas de babaçuais, na região de transição para a Amazônia, estão sendo devastadas, inclusive em áreas de conservação (Foto: André Campos)

Articulado com a política ambiental, o Ministério de Desenvolvimento Agrário definiu que a política de regularização fundiária deverá começar pela região Norte do país, principalmente pelos estados de Roraima, Pará e Amazonas. A ação já estava prevista desde 2003, mas o governo afirma que só agora o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem estrutura para iniciar o trabalho. "A nova lei permite a regularização da posse de até 500 hectares de terras na Amazônia Legal. Não é verdade que o governo não comprou briga com o latifúndio. No Pará, por exemplo, vivemos uma disputa pelo que chamo de padrão de ocupação. Junto com o Ministério de Meio Ambiente temos atuado para criação de Unidades de Conservação, reservas extrativistas. Estamos disputando a ocupação do oeste do Pará para não repetir o que aconteceu no sul do Estado", justifica o secretário-executivo do ministério, Caio França.

Essa região, que abrange municípios como Marabá, Santana do Araguaia e Xinguara, ainda sente os sintomas de uma colonização incentivada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar que beneficiou os grandes empreendimentos do Centro-Sul e de fora do país. Ficaram do lado de fora a população indígena, as comunidades tradicionais e os pequenos produtores que, pelo o que tem sido observado, possuem maior capacidade de preservar o meio ambiente em comparação ao latifúndio.

Contudo, a pressão gerada pelo crescimento dos negócios extrativistas ou agropecuários tem alterado a realidade econômica dessas regiões e nem todos os assentamentos rurais na Amazônia conseguem preservar suas próprias áreas. Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), até o ano de 2002 havia 1.354 assentamentos, ocupando mais de 231 mil quilômetros quadrados e onde moram mais de 200 mil famílias. "Cerca de 106 mil quilômetros quadrados (49% da área dos assentamentos mapeados) foram desmatados até 2004, representando 15% do desmatamento da Amazônia", indica levantamento realizado pelo Imazon. Esses assentamentos estão localizados ao longo das rodovias e na região do Arco do Desmatamento (partes dos territórios de Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão).

A organizações ambientalistas criticam a opção estatal de privilegiar a criação de assentamentos na região Norte do país, sem levar em conta o impacto ambiental que isso tem gerado. Mais de 80% dos assentamentos foram criados a partir de 1995, mas a política de levar "homens sem terra para uma terra sem homens", respaldada pelo regime militar, é antiga, discursada do Juscelino Kubitschek e por Getúlio Vargas. Como já discutimos nas reportagens anteriores deste especial, essa mão-de-obra tem servido ao interesse dos grandes empreendimentos.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário reconhece que a dificuldade em desapropriar terras em outras regiões do país para fins de reforma agrária leva à concentração dos assentamentos em terras públicas na região Norte. Mas argumenta que essas ações fazem parte de uma política mais ampla de combate à grilagem de terras. "Junto com o Ministério do Meio Ambiente, criamos os assentamentos florestais, os Projetos de Desenvolvimento Sustentável. Mas a região também é nossa prioridade política por causa do cenário de violência e conflito no campo", defende Caio França.

Moradora de um projeto agroextrativista de Nova Ipixuna, Maria do Espírito Santo, conta que recebe sempre ameaças por denunciar a retirada ilegal de árvores do assentamento, localizado a cerca de 100 quilômetros de Marabá. "No começo, havia apenas uma entrada no projeto. Agora são quatro estradas vicinais e fica difícil para a gente fiscalizar o que acontece. Então, eles vão invadindo e vão levando. Na estrada, a gente vê um monte de tijolo e já sabe que é pra fazer fornos para o carvão. Se existe fiscalização? A situação do Ibama é constrangedora. Quando eles saem de Marabá, os madeireiros já desaparecem daqui."

É forte a resistência das populações tradicionais na luta para preservar a floresta. Mas as ações do poder público parecem chegar tarde e serem frágeis frente ao poder de atividades econômicas que já alteraram profundamente a paisagem brasileira.

Derrubando árvores
Entre 2004 e 2005, foram desmatados cerca de 19 mil quilômetros quadrados na região amazônica. O campeão de desmatamento foi o Estado do Mato Grosso, com quase 7 mil quilômetros quadrados de floresta derrubada, seguido pelo Pará, com cerca de 6 mil quilômetros quadrados. São números menores do que os índices apresentados em 2004, quando nada menos que 27 mil quilômetros quadrados de floresta haviam sido destruídos. Mas os pequenos agricultores, indígenas, seringueiros, pescadores e ribeirinhos não têm motivos para respirar aliviados.

As árvores derrubadas são parte de uma história que começou nos anos 70, com a expansão das fronteiras agrícolas. A entrada da agricultura empresarial na região da Amazônia Legal alterou radicalmente o uso que os povos indígenas e as populações locais faziam da terra, basicamente a agricultura de subsistência e extrativismo. Quando a soja chegou nos anos 80 à região, boa parte da cobertura vegetal já havia cedido espaço à pecuária extensiva.

No ciclo da expansão agrícola, a criação de gado abre fronteiras, amansa e regulariza a terra e depois cede espaço às monoculturas, para depois avançar sobre outras áreas da floresta. Segundo o Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), partindo do Sudeste do Mato Grosso, a soja alcançou nos anos 90 a região Norte do Estado e seguiu em direção à rodovia Cuiabá-Santarém (BR-163). Nesta região está, por exemplo, o município de Sorriso que é responsável atualmente por mais de 10% da produção nacional de soja. No caminho, outros municípios cresceram rapidamente sob a influência do agronegócio, como a região de Rondonópolis, onde se consolidou o cultivo de soja e milho. Quando conquistou o Pará, incentivada por benefícios concedidos pelo governo estadual, a soja já dominava as lavouras nos cerrados de Mato Grosso, Tocantins, Sul do Maranhão e Piauí.

Engana-se, porém, quem imagina que a abertura de novas fronteiras agrícolas está próxima de seu fim. Em 2002, o IBGE fez o primeiro levantamento sobre o meio ambiente nos municípios brasileiros e revelou que a região de cerrado na porção Oeste da Bahia já está ameaçada pelo desmatamento. "Muitos gestores municipais indicaram queimadas e desmatamento alterando a qualidade de vida e a paisagem. Pode estar se repetindo aí a expansão agropecuária que já substituiu por enormes plantações de soja grande parte dos cerrados outrora existentes no Brasil Central", indica a pesquisa.

Cruzando a floresta
A política do regime militar de povoar a Amazônia, como se aquela fosse faixa de terra sem habitantes, também atraiu com incentivos fiscais grandes empresas e interessados em ocupar as terras públicas – prato cheio para grilagem de terras e estabelecimento de latifúndios.

A abertura de estradas que ligassem essa região ao resto do país agiu para o deslocamento de mão-de-obra barata e o escoamento da produção. Passaram a cruzar a floresta rodovias que ligavam Brasília a Cuiabá e Porto Velho, a Transamazônica, e a Cuiabá-Santarém, por exemplo. E, seguindo o mesmo caminho das estradas, mais desmatamento. O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia afirma que a relação entre a degradação ambiental e a construção de estradas é clara. "Três quartos dos desmatamentos entre 1978 e 1994 ocorreram dentro de uma faixa de 100 quilômetros de largura ao longo das rodovias (50 quilômetros para cada lado) pavimentadas da região. Entre 33 e 55 % das florestas que estavam dentro desta faixa foram desmatadas até o ano 1991", aponta.

Em 2004, quando o asfaltamento da rodovia Cuiabá-Santarém foi anunciado como uma das obras prioritárias do governo federal, o Ministério do Meio Ambiente apressou-se em elaborar, em conjunto com a sociedade, um plano de ações para os 71 municípios na região. A justificativa para concluir a pavimentação da BR-163 é criar um corredor de exportação através do rio Amazonas para escoar soja, madeira, arroz e gado ao porto de Santarém. O plano do governo chamado "BR-163 Sustentável" prevê regularização fundiária da área, criação de unidades de conservação, incentivo a projetos de geração de emprego e manejo florestal.

"Estamos planejando a construção de uma rodovia de forma diferente. Quando você está planejando o asfaltamento de uma rodovia, é muito importante pensar no entorno dela. Se você só pensa no caminho por onde ela vai passar, o entorno tem destinos trágicos, como já vimos em alguns lugares. Antes de começar a pensar esse projeto, em 2002, o desmatamento havia crescido 500% na região da BR-163 no Estado do Pará, mas no ano passado o desmatamento foi próximo de zero", comemora Tasso de Azevedo.

O integrante da Fbons, Sergio Schlesinger, considera que os planos são importantes, mas não conseguem impedir a degradação ambiental provocada pelas estradas. "A área ao longo da rodovia é valorizada e existe uma pressão enorme dos proprietários de terra para ocupá-la. O governo não tem estrutura para evitar o desmatamento porque falta fiscalização, por exemplo".

Vizinhos ameaçados

 
Pecuária orgânica no Pantanal é alternativa para reduzir danos ao meio ambiente

Entre os biomas mais ameaçados do mundo, já é conhecida a degradação causada no Cerrado pela pecuária e lavouras mecanizadas de soja e algodão. Dos mais de 2 milhões de quilômetros quadrados originais de vegetação nativa, restam apenas 20%. Pouco se diz, porém, que a destruição do Cerrado também atinge o Pantanal – declarado patrimônio nacional pela Constituição brasileira.

"Os principais rios do Pantanal nascem nas chapadas do bioma vizinho que tem problemas ambientais associados à intensa produção agrícola que se desenvolve na região", denuncia o relatório da organização Conservação Internacional. O estudo também afirma que até 2004 quase 45% da área da Bacia do Alto Paraguai e do Pantanal teve sua vegetação original completamente descaracterizada. Em geral, a derrubada da mata beneficia pecuaristas – interessados em aumentar as áreas de pasto – e as carvoarias que utilizam a madeira.

Dos projetos "desenvolvimentistas" anunciados para a região do Pantanal, causou grande polêmica a tentativa do governo do Mato Grosso do Sul de construir usinas de álcool na bacia do Alto Paraguai. O projeto foi condenado pelo Ministério do Meio Ambiente que considerou prejudicial a implantação de empreendimentos ligados à lavoura de cana-de-açúcar próximos à região pantaneira. Na época, organizações da sociedade civil avaliaram que seria grande o risco de contaminação de rios pelo subproduto da cana, o vinhoto, além do aumento das queimadas e do uso de herbicidas. A mobilização social e a trágica morte do ambientalista Francisco Anselmo Gomes de Barros, que se suicidou no ano passado, após atear fogo ao próprio corpo durante um protesto, aparentemente forçaram o governo estadual a desistir da idéia.

Ao mesmo tempo, é também no Pantanal que cresce o projeto de incentivo à pecuária orgânica – uma alternativa sustentável para a atividade econômica historicamente presente na região. Na pecuária orgânica a adubação é feita sem agrotóxicos e não se pode utilizar a queimada para renovar o pasto, por exemplo. A carne produzida de dessa forma alcança um maior valor, comprada por consumidores que buscam produtos ambientalmente responsáveis.

No comportamento de consumo da sociedade reside uma das maiores armas para enfrentar o problema. Apesar de incipiente no Brasil, esse comportamento já é representativo em países europeus, causando prejuízos a marcas conhecidas.

Os crimes ambientais não se reduzem a ameaças contra a preservação de florestas, rios ou animais. Estão freqüentemente acompanhados de atos de violência contra moradores, sindicalistas, trabalhadores rurais, indígenas, ou ativistas. Para aqueles que tentam resistir à ofensiva dos tratores e serras-elétricas, as ações do Estado parecem chegar tarde mais. Esse é o tema da próxima reportagem deste especial.

O perigo da contaminação por agrotóxicos

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69 Comentários

  1. Jaime Gomes

    Matéria muito boa. Agora eu tenho argumentos para discutir o assunto com pessoas que trabalham comigo e dizem que o latifúndio protege o meio ambiente.

  2. Jaime Gomes

    Matéria muito boa. Agora eu tenho argumentos para discutir o assunto com pessoas que trabalham comigo e dizem que o latifúndio protege o meio ambiente.

  3. Izabel Delmondes

    Sou contra desmatamento desenfreado, sei dos males da poluição e concordo como seu controle e tudo o mais colocado na matéria. Sou contra grandes áreas de terra na mão de poucos, defendo a reforma agrária, mas não posso ser contra o agronegócio, ele impulsiona a economia, na verdade, precisam ser criados mecanismos de controle e fiscalização honesta, só isso.

  4. Izabel Delmondes

    Sou contra desmatamento desenfreado, sei dos males da poluição e concordo como seu controle e tudo o mais colocado na matéria. Sou contra grandes áreas de terra na mão de poucos, defendo a reforma agrária, mas não posso ser contra o agronegócio, ele impulsiona a economia, na verdade, precisam ser criados mecanismos de controle e fiscalização honesta, só isso.

  5. helaine ribeiro

    o desmatamento esta sendo apenas observado quando se precisa de soluçoes para que as naçoes futuras possam ter o direito de respirar e principalmente viver em harmonia com a natureza

  6. amanda marcela fonseca caetano

    Gostei muito dessa pagina na net,gostaria de receber mais nóticias sobre o desmatamento no sudeste, pois sou professora de geografia (6ª série) e preciso dar essa matéria!

  7. ysthefany

    gostei muito desse site pois ele aprofunda na peskisa so site tem td q eu preciso XD bjus

  8. verónica

    gostei do site, tem mt informação max n tem o k eu kro é pena. Bjs Verónica

  9. Gabriela

    E adorei este site porque tem otimas imformacoea sobre o desmatamento e da pra fazer uma pesquisa maior masa….

  10. myriam

    eu achei muito interessante e importante sua reportagem, sobre a destruiçao das florestas.

  11. leonardo honório

    eu achei esse sait muito legal e muito imteressante nota 10

  12. Ana Caroline

    em relação ao primeiro comentario não se escreve ´´SAIT´´ E SIM ´´SITE´´ XD

  13. cleberson

    eu tenho certeza, oque esta acabando com o BRASIL, é o avanço desenfreado das fronteiras agropecuaria, eles estão acabando com as florestas pra obterem pasto para criação de gado, por causa de uns empresarios ambiciosos, que não medem esforços e concequencias para produzirem mais e mais carne, a soja que o Brasil exporta e para alimentar animais e não gente, para acabar controlar as consequencias do que já fizemos é importante criar meios para a agricultura familiar, porque essa sim gera renda para o Brasil

  14. moises bitencourt

    isso é um absurdo a população deceria se conseentisa q isso mais tarde podera atingir nóis e nosso filhos e netos..

  15. allysson

    Ja esta na hora do Brasil e todos os paises si cocientizar e também deixa de ser burros ,e vêrem q dessa forma o mundo ñ vai p/ frente,temos uma obrigação com a natureza,hj so estamos aqui por causa dela,tudo q kd um de nois temos devemos a ela,e pq na hora q ela precisa da gente nois estamos virando as costas p/ ela deixa ela morrer, pq muitas pessoas ñ sabem mas dependemos dela.

    POR FAVOR EU COMO UM JOVEM ESTOU PEDINDO P/ VIVER POR MUITO TEMPO AINDA ,PQ DESSA FORMA VAMOS MORRER LOGO !!!!!!!

  16. silvia regina braga

    eu achei super legal

  17. Webesson Sousa Dodó

    É legal se preocupar com a Amazônia, sobre o que seria feito para combater essa devastação que o HOMEM tem e está fazendo. Porém só agora que o mundo realmente está visando com maior ênfase. Valeu, a Amazônia preciza de gente que se preocupa e que a preserve!

  18. Camila da Silva Santos

    É UM ABSURDO……

  19. elaine

    eu achei esse site um horror e um absurdo, pois nao achei nada o que queria totalmente o contrario foi o que eu achei nessa coisa ai
    melhora esse trem ai neah?

  20. Joanna Brito

    adoreii a reportagem…
    vai me ajudar no meu trabalho da escola..

  21. Vianey

    tudo de bom esse site aqui especifica tudo sobre oque esta acontecendo !!
    gostei muito !

  22. eduardo

    nós todos temos que reduzir o consumo de carne bovina, e com certeza daremos um grande passo em busca da redução de pastos para criação do gado.E esse site é muito inportante nessa luta

  23. kú

    esse troço é hororosso nem fala os prejuizos que o desmatamento faz

  24. RODRIGO REIS

    GOSTEI MUITO DA MATÉRIA, PRECISA DE ALGUNS AJUSTES E MELHORIA NA COLETA DE DADOS.
    MAS O QUE GOSTEI MESMO FOI DOS COMENTÁRIOS DOS OUTROS INTERNAUTAS QUE ACESSARAM A PÁGINA. GOSTARIA QUE A MAIORIA DELES PROCURASSE OU UMA AULA DE PORTUGUÊS URGENTEMENTE, OU UM CURSO DE DIGITAÇÃO, POIS A ESCRITA DE VOCÊS ESTÁ UMA MERDA.

  25. kamila  lucas amu vx!!!
  26. josilene ongaratto

    Olha eu achei muito legal essa ideia tem q acbar isso tudo
    se não o nosso mundo não existira mais bjs abraços

  27. Paula

    Matéria exelente!!!!!
    Gente pesquisem aqui este site é ótimo………….>>>>>>>

  28. Laci Marcos Dias

    Excelente, temos que tomar conhecimento de que a evolução que nos e propiciada pela expansão do agronegocio e fatal para nossa sobrevivencia. E de extrema importancia que toda a sociedade se una para pensar em uma nova forma de produção de alimentos, em culturas organicas, e nao destruindo o que nos da a vida, que é a nautureza. nao sou contra o agronegocio responsavel que cuida e alimenta a humanidade, sou contra a exploração sem limites e irresponsavel que hoje e revestida de pura cobiça e arrogancia daqueles que se acham os donos do planeta.

  29. gabriel

    pow eu achei legal pq……tenho trabalho de ciencias

  30. Luana

    Muito bom…fiz boa parte do meu trabalho de geo

  31. bruna

    nossa fiz todo meu trabalho de ciências com essa matéria.parabéns!!!!

  32. leonardo geri moreira

    eu adorei fazer meu trabalho nesse site nos achamos tudu que precisamos.
    eu tirei 50 no trabalho de ciencias e sempre que tiver trabalho de ciencias vou fazer aqui nesse site.
    sou agora igual socio desse site.
    valeu .

  33. Maria Eduarda

    Eu gostei , mas nao fala sobre o prejuizo nem das coisas que prejudicam

    Mais foi boaaa
    Bjss

  34. franciely

    eu gostei porque nos ensina muita coisa
    e que mato grosso é um dos estados mais desmatado
    ensina também como devemos ajudar o nosso estado

  35. giovanna

    achei muito bom esse site para as pesquisas que necessito na escola sobre o desmatamento e poluição da região Norte…parabens a todos vcs

  36. LARYSSA KINBERLY MEIRELES MAGALHAES

    ADOREI A PESQUISA !
    MAS AGORA SO DEPENDE DA MINHA NOTA . . .
    MUITO OBRIGADA A TODOS VCS AI DO SITE !
    GAMEI (;

  37. cindy

    Eu gostei do site,mas os textos apesar de serem bem explicados,são muito compridos.
    Se eles fossem mais resumidos,acredito que facilitaria os leitores q uando forem procurar algo..

  38. sanya correados santos

    bahhh!!!!! isso e um orror!!!
    vamos cuidar do nosso planeta juntos!!!
    para que nao se torne pior!
    obrigada

  39. rebeca

    isso que estao fazendo e muito feio

  40. lucas

    achei porra niuma!

  41. Juliana

    estou fazendo uma pesquisa para a escola , gostei muito do texto falando sobre a poluição dos rios , so que o que estou procurando é PROJETOS EXISTENTES NO BRASIL CONTRA A POLUIÇÃO DOS RIOS :/ !!beeijos,obrigado!:*

  42. leonardo

    eu adorei beijos

  43. gabriel

    não gostei,muito grande

  44. pedro

    texto muito bom me ajudou.
    valeuuuuuuu…

  45. Sarah Fernandes

    Muito bom,encontrei tudo que eu precisava.

  46. Guilherme Siqueira Cardoso

    Seria fácil atribuir a vontade de Deus cada catástofe acontecida, sem dar conta da responssabilidade que temos quando somos passíveis e omissos frente ao desmatamento e o aquecimento global, que tem abreviado o curso da vida humana.
    O que mais me espantou do que li foi que o produtor de matéria prima ou seja o produtor rural, avança floresta a dentro para a implantação de usinas de arroz, soja, feijão.., contribuindo assim com o desmatamento.

  47. renata

    não gostei do que estão fazendo com o nosso mundo temos que ajuda-lo!

  48. robert

    horrivel esta o “O”
    desmatamento va toma no seu cuuuuuuuuuuuu

  49. Bruno Accioly Alves Romagnoli

    pessoal,espero que todos, que se interessam pelo nosso ambiente, saibam que atualmente há políticos querendo mudar nosso código florestal (brasileiro), para que isso não ocorra, os estudantes do brasil inteiro estão se reunindo regionalmente (por estados) e tentando combater essa ação dos políticos. É muito importante que todos participem, porque vidas (como as do Rio de Janeiro e São Paulo) dependem indiretamente da questão ambiental. Para se informarem, procurem sobre o projeto “OS EXTERMINADORES DO FUTURO”, que está sendo promovido pela Fundação SOS MATA ATLANTICA. Peço desculpas por fazer ‘propaganda’, mas o texto produzido tem muito a ver com esse assunto que é essencial a nós todos.

  50. Luiz Afonso

    No Brasil, desde a época do descobrimento até os dias de hoje, muito se rouba pouco se faz. Um dia vamos acordar e a Amazônia já terá sido asfaltada para abrigar um belo parque industrial e nesse mesmo dia ns daremos conta de que estaremos no meio do ocenano procurando o que outrora foi o Brasil, pois a essa altura o país já terá sido devastado. Mas, pra que se preocupar se nem nós, nem nossos governantes vamos estar aqui quando isso acontecer!…O certo é que quem ganhou, ganhou e quem perdeu, perdeu ou como diz Machado de Assis ao citar uma passagem biblica em O enfermeiro: “Ao que tem lhe será dado, ao que não tem, até o tem lhe será tirado”.

    “Apesar de tudo o Brasil é o país do futuro

  51. alanis r. santos

    o desmatamento esta muito ruin porque o ser humano nao sabe o que pode acontecer

  52. duda mezzari

    eu n gosto do desmatmento

  53. alanis

    o desmatamento È horrivel é mais
    horrivel que a poluição de rios se não
    acabar com isso o nosso mundo vai acabar

  54. mariana

    eu achei muito legal mais tinha que te resumo,mais tem uma pessoa que quer corrigir a pessoa da nissenca ne vc e prof;

  55. susi

    amei tudinho um beijinho pra o seis…xau

  56. susi

    AMOR TE AMO!!! TIAGO JUNIOR DA MORENINHA 3 HA FILHO DA ELZA E DO ARISTIDES DE CAMPO GRANDE -MS

  57. RAPHAEL NEVES

    RAPHAEL TA A PROCURA DE NAMORADA QUEM SE ENTERESSAR LIGUEM 91005821

  58. Jayna

    eu adorei mais eu keria que falasse sobre as regioes norte,centro-oeste,nordeste,sul etc.Ficaria mais interresante

  59. patricia

    Eu acho que o desmatamento e um caso serio e que o governo deveria tomar cuidado com isso,pois destruindo a nssa flora eles estarao acaband com nosso Brasl

  60. patricia

    Eu acho que o desmatamento e um caso serio e que o governo deveria tomar cuidado com isso,pois destruindo a nossa flora eles estarao acabando com o nosso Brasil

  61. bruna

    interesante o mundo ´poderia ser maravilhoso sem o ndesmatamento

  62. marcellen

    o mundo não a sem florestas nós pessoas gostamos de ir pasear mais nãotem mais lugar esses filho da mãe nãotem oquefazer fica tirando nosso viver vcs que fica fazendo isso e por qualza de dinheiro nãose preucupe eu posso tedar ……

  63. emanuela

    eu achei muito enteresante e muito horrivel o desmatamentol e isso me ajudou de mais ok

  64. Raquel soares

    eu achei muto triste as fotos do desmatamento no brasil…

  65. andrezza rodrigues

    eu acho o desmatamento um tapa na cara da sociedade uma falta de compreensão de todos;todos sabem que é crime mais muitos ainda tem a cara de pau de ir la e derubar muitas arvores as vezes sem necessidade!!!!!!!!!!!! estou envergonhada com tudo que esta acontecendo

  66. Débora soares

    Eu acho uma pouca vergonha tudo o que estão fazendo com as florestas vcs sabiam que isso da cadeia só quero ver todos que estão fazendo isso ver o sol nascer quadrado seus senvergonha…olha que isso é só um aviso!!!!!!!!!!!!!

  67. guto lima

    tenho 13 anos e sei que se as pessoas tivessem amor pela natureza iriam ver que deus da em dobro o que a genta faz de bem lucas gabriel lamb ramos
    meu nm,e

  68. Célia maria de lima viana

    Ninguém aqui comentou sobre as causas da longa estiagem que está ocorrendo na região sudeste. Moro em São paulo, o maior parque industrial da América Latina, a cidade mais populosa do Brasil e a terceira ou quarta cidade mais populosa do planeta. A primavera é uma estação naturalmente mais quente que o inverno e normalmente há chuva abundante nesta época em São paulo. Porém, esta tem sido uma estação em que predomina tempo quente e seco e chove esporadicamente em pontos isolados. o maior problema é a escassez de água, pois os sistemas que abastecem a metrópole e a grande São paulo, estão com seu volume abaixo de 10% de sua capacidade. A causa principal tem a ver, justamente, com o nível de desmatamento das regiões norte e centro-oeste. Os donos de agronegócios devem ser, no mínimo multados, por atividades ilícitas e que colocam em risco o bioma e a fauna da floresta tropical, com a maior bacia hidrográfica do mundo cujos rios são responsáveis pela formação das nuvens que vêm para o sudeste e se precipitam em forma de chuva. a ONU premiou um garoto brasileiro de 13 anos que fez um importante trabalho sobre o ciclo das chuvas na região Amazônica. Aqui já houve o esgotamento da nascente principal do Rio São Francisco que nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais. Há afluentes em povoados afastados que já secaram deixando a população à deriva. No Estado de São Paulo a escassez de água já é fato notório, com prefeituras sendo depredadas pelos habitantes pelo descaso com que os prefeitos tratam a questão da falta d´água. Em São Paulo está ocorrendo racionamento parcial e os técnicos da SABESP já alertaram para a redução de consumo de água pela população, pois se não chover forte nos reservatórios existentes, o volume morto do sistema Cantareira se esgotará. Então, tenho uma pergunta básica aos latifúndios do agronegócio: quando a Floresta Amazônica for dizimada para formação de pastagem e os rios caudalosos da região começarem a minguar o que será do lucrativo negócio de vocês? A vida depende da água, esse precioso líquido que existe em quantidade mínima no planeta, ou seja água potável, pois a água do mar precisa ser dessalinizada para ser absorvida pelos seres vivos terrestres. As florestas no mundo todo são responsáveis pela produção de oxigênio, gás essencial á vida na terra e dependem da água para viverem já que a fotossíntese, fórmula milagrosa de vida, é um processo que precisa de água e luz para que as plantas se alimentem e produzam oxigênio. Assim sendo, não ajam como dinossauros que viveram há milhões de anos só consumindo florestas inteiras ou seus semelhantes. Eles foram extintos. Será que para vocês a extinção seria a solução natural?