Tag: Direitos Humanos

“Não somos escravos”, imigrantes revelam estigma e como combatem crime

Direção e Guião: Cristina de Branco e Miguel Dores Fotografia, montagem e legendas: Cristina de Branco Captação e montagem de som: Miguel Dores Imagens adicionais (Acuarela Paraguaya): Visto Permanente Coordenação: Ana Aranha Realização: Repórter Brasil e Mutirão Apoio: DGB Bildungswerk Bund Esta reportagem foi realizada com o apoio da DGB...

Em São Paulo, protesto pede fim da violência contra imigrantes

Organizações da sociedade civil realizam, neste domingo (7), ato em São Paulo exigindo um basta à violência contra os imigrantes. Este é o tema da Marcha dos Imigrantes, que ocorre desde 2007 e chega à oitava edição neste ano. A manifestação terá início na Praça da República, com concentração a partir das 9h, e sairá em caminhada às 10h pelas ruas da capital paulista até a Praça da Sé. O ato lembra o Dia Internacional do Migrante, proclamado em 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para ser comemorado em 18 de dezembro. Confira também como foi a Marcha dos Imigrantes de 2013 A violência sofrida pelos imigrantes no Brasil é agravada devido às barreiras de idioma, falta de informações e xenofobia, que tornam estas pessoas mais vulneráveis à escravidão, tráfico de pessoas, assédio moral e outras questões trabalhistas e sociais. Além disso, a manifestação deve ressaltar os problemas do Estatuto do Estrangeiro que, criado durante a ditadura militar, em 1981, tem como foco a “segurança nacional” e encara os imigrantes como ameaças. Para as mulheres, a questão é ainda mais delicada, já que as barreiras são aprofundadas por questões de gênero que, não raro, resultam em violência doméstica e discriminação no ambiente de trabalho. Por isso, para o ato deste ano, foi articulado também um Bloco de Mulheres que dê visibilidade a estes problemas. Serviço 8ª Marcha dos Imigrantes 7 de dezembro, às 9h CONCENTRAÇÃO: Praça da República, São Paulo (SP) (ver mapa) CONVOCAÇÃO: CAMI – Centro de Apoio ao...

PUC-SP realiza seminário sobre direitos humanos

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) realiza nesta quarta-feira, dia 26, um seminário sobre direitos humanos. A iniciativa tem como objetivo a formação de uma rede universitária de defesa do tema, de modo a ampliar a participação da comunidade acadêmica na criação de organismos de proteção. O evento, chamado de Seminário Nacional dos Organismos Universitários de Direitos Humanos, acontece no auditório da universidade, em Perdizes, a partir das 9h. No encontro, serão apresentados os resultados da pesquisa feita para o projeto “Fortalecimento de Organismos Universitários de Prática e Advocacia em Direitos Humanos no Brasil”, realizada entre setembro de 2013 a setembro de 2014 por oito diferentes centros universitários. Participaram do projeto Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Clínica de Direitos Humanos da Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA), Clínica de Direitos Humanos do Centro Universitário Ritter dos Reis (Uniritter) do Rio Grande do Sul, Clínica de Direitos Humanos da Universidade da Região de Joinville  (Univille) e Escritório Modelo “Dom Paulo Evaristo Arns” da PUC-SP. A inserção do tema como disciplina obrigatória em cursos de humana, em especial no de Direito, é um dos pontos defendidos por participantes. Nelson Saule Júnior, coordenador acadêmico do Escritório Modelo da PUC-SP, defende que os estudantes devem ter espaço também para desenvolver “atividades de pesquisa e extensão, e em especial através de organismos  universitários de práticas de direitos humanos”. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.organismosuniversitariosdedireitoshumanos.wordpress.com. SERVIÇO Data: 26 de Novembro de 2014 Local: PUC-SP – Auditório 117ª – 1º andar do Prédio Reitor Bandeira de Melo (“Prédio Novo”) Endereço: Rua Monte Alegre, 984, Perdizes ,  São Paulo...

Reportagem “Transposição do São Francisco ameaça direitos indígenas” é finalista do prêmio Líbero Badaró

A reportagem especial “Transposição do São Francisco ameaça terras indígenas”, de Lea Tosold e Renata Bessi, é uma das finalistas do Prêmio Líbero Badaró de jornalismo. Dividida em sete capítulos, a série especial da Repórter Brasil conta como as obras ameaçam os Truká e Pipipan, e as dificuldades que tais  povos indígenas têm enfrentado para conseguir a demarcação de suas terras. O trabalho é resultado de um mês de viagem no sertão de Pernambuco e aborda temas como o conflito por terras e pela água, a grilagem de terras e o desmatamento. A reportagem é uma das cinco finalistas indicadas na categoria Webjornalismo. O prêmio é uma iniciativa da revista e portal IMPRENSA, e tem apoio da Câmara Municipal de São Paulo e de associações ligadas à liberdade de imprensa. O anúncio dos vencedores será feito em novembro. Clique aqui para ler a reportagem especial indicada....
ONGs pedem que presidenciáveis elevem padrão de direitos humanos entre empresas

ONGs pedem que presidenciáveis elevem padrão de direitos humanos entre empresas

O Centro de Informações sobre Empresas e Direitos Humanos e a Repórter Brasil produziram em conjunto um documento que apresenta aos candidatos à presidência da República propostas para elevar o padrão dos direitos humanos nas relações que envolvem o setor empresarial no país. Clique aqui para consultar o documento na íntegra Com seis páginas e intitulado “Agenda Mínima: Empresas e Direitos Humanos no Brasil”, o documento trata, entre outros temas, da realização da Copa do Mundo da Fifa, recém-encerrada, e faz diversas sugestões. Entre elas, que o novo presidente utilize altos parâmetros de direitos humanos para compras e contratos públicos, e também amplie os processos de diálogos e consultas públicas sobre projetos que afetam comunidades. Responsabilidade social Além de megaeventos esportivos – as Olimpíadas ainda serão realizadas em 2016, no Rio –, o texto discute temas como os impactos que as empresas podem causar sobre questões como direito trabalhista, dos indígenas e quilombolas, ou à moradia. O documento apresenta também os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos da ONU, que foram adotados por consenso pelo Conselho dos Direitos Humanos da ONU em 2011, mas ainda pouco conhecidos no Brasil. Com esses princípios, a ONU estabeleceu, pela primeira vez, parâmetros globais para se prevenir e tratar de impactos negativos de direitos humanos relacionados com atividades empresariais. Leia também:  Megaeventos esportivos violam direitos humanos, aponta plataforma...