Hidrelétricas avançam sobre a Amazônia

Especial da Repórter Brasil investiga as grandes usinas em construção na Amazônia. Revelamos como a floresta está sendo desmatada, alagada e até queimada para a geração de energia. Moradores locais são removidos sem respeito aos seus direitos e animais são mortos.

Descubra os truques por trás da “energia limpa” das hidrelétricas:

Asissta a documentário que mostra como Belo Monte queima árvores e desperdiça madeira:

Jacaré encontrado no centro de uma ilha onde houve queimadas (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Nem todos animais foram recolhidos antes do desmatamento (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Ilhas do Xingu arderam em chamas enquanto Belo Monte limpava as áreas que serão alagadas. (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Belo Monte não tem autorização para queimar toras de madeira, mas a prática continua (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Belo Monte não tem autorização para queimar toras de madeira, mas a prática continua (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Teles Pires inundou lago sem retirar árvores, que apodreceram e mataram peixes. (Foto: Ibama)
Pátio de Belo Monte com toras abandonadas há tanto tempo que a vegetação estragou (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Contratado para desmatar, trabalhador sofre ao ver o local onde cresceu sendo destruído. (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Ribeirinhos foram removidos para conjuntos sem uma árvore em pé na periferia de Altamira. (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Árvores derrubadas para construção de reassentamento de Belo Monte estão abandonadas. (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Loteamento construídos removidos por Belo Monte lembra conjuntos habitacionais da década de 70 (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Ribeirinho se choca ao saber que Castanheiras foram derrubadas para construir sua casa (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Eletrobras, empresa controlada pelo governo federal, é a principal acionista da obra. (Foto: Marcio Isensee e Sá)
Altamira saltou de 100 para 150 mil habitantes depois da chegada da usina. (Foto: Marcio Isensee e Sá)

Esta série foi realizada com apoio da Small Grants Fund, da Global Forest Watch/World Resources Institute