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Resposta da Plena Alimentos

COMUNICADO À IMPRENSA A Plena Alimentos vem a público esclarecer as informações veiculadas no noticiário referentes à Operação “Carne Fria”, deflagrada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e pelo Ministério Público do Pará, no dia 21 de março, em Tocantins. A Plena segue normas nacionais e internacionais de segurança alimentar e realiza uma rigorosa seleção de seus fornecedores a fim de garantir produtos de excelente qualidade e de ótima procedência. Todo o processo de compra de gado é feito mediante consulta prévia no site do IBAMA sobre a situação do fornecedor para emissão da Certidão Negativa de Embargo pelo órgão, que reconhece a idoneidade do pecuarista, por meio do termo “NADA CONSTA” na lista de embargos do IBAMA. Portanto, a notificação do IBAMA, na Planta de Paraíso do Tocantins, é improcedente uma vez que, antes da aquisição do gado do pecuarista, a Plena obtém no site do próprio IBAMA a Certidão Negativa de Embargo. Isso demonstra que, no momento da compra, não existia nenhuma irregularidade na situação do fornecedor para a aquisição dos animais, estando em conformidade com todos os critérios legais e socioambientais e que a criação do gado não era em área de desmatamento ilegal. A Plena reitera que cumpre integralmente o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público Federal, que prevê a não aquisição de gado proveniente de área de desmatamento e de mão de obra escrava. As informações de movimentação dos animais entre fazendas são registradas na Guia de Trânsito Animal (GTA) de responsabilidade dos órgãos governamentais. É fundamental destacar que em momento algum a...

Resposta da Mafripar, controladora da Mercúrio

“Tivemos hoje uma auditoria surpresa do MAPA nessa unidade, no qual fomos aprovados sem nenhuma restrição. No mesmo dia, ocorreu também uma auditoria do IBAMA, mas o frigorífico não foi embargado e continua com seus abates normalmente. O IBAMA somente nos solicitou algumas documentações de fornecedores específicos e deveremos encaminhar a eles as devidas explicações nos próximos dias.” Resposta à matéria: “JBS compra gado de áreas desmatadas ilegalmente e leva multa de R$24...

Resposta do frigorífico Xinguara

“O Frigorifico Xinguara esclarece aos seus clientes, consumidores e parceiros que não adquiriu gado oriundo de Fazendas embargadas e que cumpre regularmente as determinações ambientais relativas à fiscalização dos seus fornecedores de gado. O respeito aos nossos clientes, consumidores e parceiros nos motiva a investir com seriedade e responsabilidade nos mais rígidos critérios de boas práticas de produção e de segurança alimentar em todas as etapas da cadeia da produção e comercialização de carnes. Informa ainda que está apresentando toda a documentação comprobatória da regularidade de sua atividade e que está à disposição da fiscalização para contribuir com as investigações.” Resposta à matéria: “JBS compra gado de áreas desmatadas ilegalmente e leva multa de R$24...

Resposta da JBS

A JBS esclarece que não comprou animais de áreas embargadas pelo Ibama e vem cumprindo integralmente o TAC assinado com o Ministério Público Federal. Para garantir a origem responsável de sua matéria-prima, a JBS: — seleciona 100% dos fornecedores com base em critérios socioambientais; — não adquire animais de fazendas envolvidas com desmatamento de florestas nativas, invasões de terras indígenas ou de conservação ambiental e que estejam embargadas pelo Ibama. As informações de movimentação dos animais entre fazendas são registradas na Guia de Trânsito Animal (GTA) responsabilidade dos órgãos governamentais; — mantém processo sistêmico de bloqueio de fornecedores que mantenham qualquer relação com violência no campo e conflitos agrários ou que façam uso de trabalho análogo ao escravo ou infantil. Adicionalmente, e com o objetivo de identificar e bloquear fornecedores irregulares, a JBS realiza, diariamente, o download de todas as informações contidas na lista de áreas embargadas pelo Ibama e da “lista suja do trabalho escravo” do Ministério do Trabalho (na ausência da publicação da lista do MTE, utilizamos a lista publicada pelo Instituto pela Erradicação do Trabalho Escravo – InPacto), para confrontação dos CPFs/CNPJs contidos nas listas públicas com o cadastro de fornecedores de gado da companhia. Todas as operações de compra de gado da companhia são anualmente auditadas, de forma independente. Os resultados dessas auditorias são publicados no website da empresa, garantindo a total transparência de suas ações. Nas três ultimas auditorias independentes, a JBS obteve mais de 99,9% de conformidade com seus critérios socioambientais aplicados à compra de gado. Resposta à matéria: “JBS compra gado de áreas desmatadas ilegalmente e leva multa de R$24...
Choques, socos e pauladas: a vida do gado que vira bife na JBS

Choques, socos e pauladas: a vida do gado que vira bife na JBS

Um bezerro é queimado no rosto com um ferro quente em Mato Grosso, bois tomam choques elétricos para entrar em um caminhão em Goiás, um animal recebe pauladas ao atravessar um curral em São Paulo e um filhote recém-nascido é arrastado pelo pescoço no Mato Grosso do Sul. Cenas como essas foram registradas pela Repórter Brasil em fazendas que fornecem gado à JBS, a maior produtora de proteína animal do mundo e dona de marcas como Friboi e Swift. As práticas dos seus fornecedores violam a política de bem-estar animal estabelecida pela própria empresa. Além disso, o tratamento dado aos bois tampouco segue as recomendações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sobre o assunto. Para averiguar como as fazendas fornecedoras da JBS tratam os animais, a Repórter Brasil percorreu quatro estados diferentes entre dezembro de 2015 e fevereiro de 2016. Os locais visitados constam em um site da empresa, batizado de “Confiança desde a Origem”. O site mostra a localização, os nomes e as datas em que as fazendas forneceram bois aos frigoríficos da JBS. A partir dos dados georreferenciados fornecidos pela empresa, a reportagem encontrou os locais com o uso de GPS. Em sua página oficial na internet, a JBS divulga que sua carne é produzida a partir de animais tratados com “respeito e sem sofrimento” e que os mantém livres de “dor, injúria e doença”, uma descrição distante da realidade encontrada nas fazendas. A empresa também afirma que seus fornecedores recebem treinamento constante sobre o assunto, mas fazendeiros e empregados ouvidos pela reportagem alegam nunca ter recebido supervisão da empresa. “Nunca veio ninguém fiscalizando nada....