Dados sobre trabalho escravo no Brasil

Os gráficos abaixo trazem todas as fiscalizações de trabalho escravo realizadas de maneira conjunta por Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal desde 1995



Dados gerais, ano a ano


FONTE: Ministério do Trabalho e Previdência Social em 15/06/2016

Os gráficos trazem todas as fiscalizações de trabalho escravo realizadas de maneira conjunta por Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal desde 1995.

Parte destes empregadores entrou na “lista suja” do trabalho escravo (Cadastro de Empregadores da Portaria Interministerial nº 2/2011, do Ministério do Trabalho e da Secretaria Especial de Direitos Humanos), cumpriu os dois anos exigidos de permanência e foram retirados. Outros ainda figuram na relação. Há aqueles que ainda não entraram, pois os processos administrativos resultantes da fiscalização, que incluem a defesa do empregador, não estão finalizados. Há casos em que a defesa administrativa logrou êxito e os nomes não foram, nem serão incluídos na “lista suja”. Para consultar a versão atual do cadastro oficial, clique aqui.

A apresentação destes dados é de caráter puramente informativo e não constitui nenhuma lista de exclusão. O objetivo é dar transparência às ações do poder público.

Os grupos móveis foram constituídos em 1995. Em vinte anos de atuação, equipes móveis e auditores das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego realizaram 2.020 operações, inspecionando 4.303 estabelecimentos e libertando 49.816 pessoas em situação análoga à escravidão. Baixe os dados de libertações ano a ano: 1995, 1996, 1997, 1998,1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015.

Confira também o histórico de entradas e saídas da “lista suja” desde 2007