Kinja: o povo indígena com medo do rio

Kinja: o povo indígena com medo do rio

Os impactos dos minerais críticos na Amazônia

Os impactos dos minerais críticos na Amazônia

A palavra “mineração” não tem tradução na língua do povo Waimiri Atroari. “Syna iakybyny” seria o mais próximo para se referir às atividades de uma mineradora que opera nos limites da terra indígena desde 1982.

Esse é o ponto de partida de uma série de reportagens da Repórter Brasil sobre os impactos da Mineração Taboca sobre o território dos kinja, como se autodenominam os Waimiri Atroari. 

A empresa é a maior produtora de estanho refinado do Brasil – o metal chega até as cadeias produtivas de gigantes da indústria automobilística, como a Toyota e a Tesla. 

Os kinja convivem há mais de quatro décadas com a devastação do seu território. O temor agora é de que os riscos se espalhem, já que uma nova corrida mineral se instala na Amazônia em razão da transição energética.

EXPEDIENTE

Reportagem e pesquisa: Isabel Harari

Coordenação: Carlos Juliano Barros

Edição de reportagem: Carlos Juliano Barros e Diego Junqueira 

Comunicação institucional: Paula Bianchi

Redes sociais: Tamyres Matos e Beatriz Vitória

Design: Rodrigo Bento 

Montagem e estrutura: Beatriz Vitória

Fotos: Fernando Martinho

Edição de vídeo: Camila Ribeiro e Nayara Costa

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Reportagem e pesquisa: Isabel Harari

Coordenação: Carlos Juliano Barros

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