BARRY CALLEBAUT
Como política da empresa, não comentamos processos judiciais em andamento e, portanto, não podemos abordar os detalhes deste caso. Observe que o processo ao qual você se refere teve início em 2021 e agora está sob análise do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Podemos reiterar que nós, Barry Callebaut, condenamos veementemente todas as formas de violações de direitos humanos na cadeia de fornecimento de cacau e todas as práticas que explorem crianças e adultos ou os exponham a condições nocivas ou perigosas. Isso está previsto em nossas políticas que operacionalizam nossos compromissos com Direitos Humanos: nosso Código de Conduta, Código de Conduta para Fornecedores, nossa Política Global de Recursos Humanos, Declaração sobre Direitos Humanos e Trabalho Infantil e nossa Estratégia de Direitos Humanos.
Como a maior fabricante mundial de chocolate e produtos de cacau de alta qualidade, é nossa ambição clara enfrentar o trabalho infantil e suas causas profundas no longo prazo. Os esforços da empresa são acompanhados por colaboração setorial, investimentos de clientes, bem como por intervenções públicas, e a proteção dos direitos humanos está ancorada em nossa estratégia de sustentabilidade. Nossos avanços mais recentes e ações concretas para combater o trabalho infantil podem ser consultados em nossos relatórios anuais de Impacto Social e Ambiental.
Em nossas operações no Brasil, aplicamos um arcabouço abrangente de devida diligência em direitos humanos, baseado nas Diretrizes de Devida Diligência da OCDE para Conduta Empresarial Responsável. Além disso, atuamos junto à CocoaAction Brasil, iniciativa da World Cocoa Foundation, da OIT, de parceiros da indústria e do governo, para desenhar e implementar programas que assegurem melhoria contínua e respostas adaptadas ao contexto brasileiro.
A Barry Callebaut segue comprometida em trabalhar com agricultores, parceiros e comunidades para criar uma cadeia de fornecimento de cacau segura, transparente e sustentável.
Tradução para o português com auxílio de IA
Texto original em inglês
As a matter of company policy, we do not comment on ongoing legal proceedings and therefore cannot address the specifics of this case. Please note that the legal case you are referring to originated in 2021 and is now under analysis by the Superior Labor Court.
We can reiterate that we, Barry Callebaut, strongly condemn all forms of human rights violations in the cocoa supply chain and all practices that exploit children and adults, or expose them to harmful or hazardous conditions. This is captured in our policies operationalizing our commitments on Human Rights: our Code of Conduct, Supplier Code, our Global Human Resources Policy, Human Rights and Child Labor Statement, and our Human Rights Strategy.
As the world’s leading manufacturer of high-quality chocolate and cocoa products, it is our clear ambition to address child labor and its root causes in the long term. Our company efforts are coupled with sector collaboration, customer investments, as well as public intervention, and the protection of human rights is anchored in our sustainability strategy. Our latest progress and concrete actions to work against child labor can be found in our annual Social and Environmental Impact reports.
Within our Brazil operations, we apply an overarching human rights due diligence framework modeled after the OECD Due Diligence Guidance for Responsible Business Conduct. In addition, we engage with CocoaAction Brasil, an initiative of the World Cocoa Foundation, ILO, industry partners and the government to design and enforce programs to ensure continuous improvement and responses tailored to the Brazilian context.
Barry Callebaut remains committed to working with farmers, partners, and communities to create a safe, transparent, and sustainable cocoa supply chain.
Leia a reportagem: Gigante suíça do chocolate lucrou com trabalho infantil no Brasil, diz Justiça