A Repórter Brasil em 2025

De onde vêm os recursos para a Repórter Brasil executar seus programas

Parcerias, patrocínios, apoios, doações e anúncios.

Em 2025

a) Área de Jornalismo e Pesquisa:

  • Aidenviroment
  • Brighter Green
  • Climate and Land Use Alliance
  • ClientEarth
  • Christliche Initiative Romero E.
  • Climate Rights International 
  • Contar
  • Danwacht
  • Enviromental Investigation Agency
  • Friends of the Earth
  • Fundação Ford
  • Global Witness
  • Heinrich Boll Stiftung
  • Inesc
  • Instituto Ibirapitanga
  • Instituto Serrapilheira
  • Justiça do Trabalho
  • Might Earth
  • Murmur
  • Oceana Brasil
  • Oxfam Brasil
  • Public Eye
  • Pulitizer Center
  • Rainforest Action Network
  • Rainforest Foundation Norway
  • Vital Strategies Brasil
  • Waverley Street Foundation
  • Doações de pessoas físicas pelo site da organização via assinaturas
  • Recursos oriundos da veiculação de documentários dentro e fora do Brasil

 

b) Área de Educação e Políticas Públicas:

  • Contar 
  • Freedom Fund
  • Instituto Alana
  • Justiça do Trabalho
  • Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo no Estado do Mato Grosso
  • OIT – Organização Internacional do Trabalho

 

c) Institucional:

  • Anti-Slavery International
  • Freedom for All
  • Fundo Brasil de Direitos Humanos
  • Global Greengrants Fund

 

Natureza das fontes de recursos que custearam as atividades em 2025:

a) Própria (doações de associados e prestação de serviços): 5%

b) Privada nacional (parcerias, patrocínios e doações de empresas e entidades privadas, além de doações de pessoas físicas): 26%

c) Pública nacional (recursos de órgãos ou entidades públicas): 2%

d) Internacional (convênios com entidades e organizações internacionais): 59%

e) Receitas financeiras e trabalho voluntário: 7%

 

AUDITORIA INDEPENDENTE DA REPÓRTER BRASIL EM 2025

A Repórter Brasil realiza, anualmente, auditoria por empresa independente para comprovar a lisura de suas contas e a exatidão das informações prestadas à sociedade e a seus financiadores nacionais e internacionais. Estabeleceu convênios com instituições norte-americanas e europeias e projetos desenvolvidos com o apoio de institutos e fundações brasileiras. Contou também com recursos destinados pela Justiça do Trabalho. Por fim, recebemos doações de pessoas físicas interessadas em apoiar nossos projetos.

A Repórter Brasil não aceita financiamento de empresas e pessoas que estejam na “lista suja” do trabalho escravo e na lista de embargos do Ibama ou que figurem no Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas da Controladoria-Geral da União e no Cadastro das Entidades Privadas Impedidas de Negociar com o Estado. O programa de jornalismo da Repórter Brasil não aceita financiamento dos governos federal, estaduais, distrital e municipais. E o financiamento de fontes públicas não pode ultrapassar 20% do total do orçamento da organização.

A íntegra da Política de Financiamento da Repórter Brasil pode ser lida no site da organização.

Natureza das fontes de recursos que custearam as atividades:

a) Própria (doações de associados e prestação de serviços): 5%

b) Privada nacional (parcerias, patrocínios e doações de empresas e entidades privadas, além de doações de pessoas físicas): 26%

c) Pública nacional (recursos de órgãos ou entidades públicas): 2%

d) Internacional (convênios com entidades e organizações internacionais): 59%

e) Receitas financeiras e trabalho voluntário: 7%

Os financiadores:

a) Área de Jornalismo e Pesquisa: Aidenviroment, Brighter Green, Climate and Land Use Alliance, CliantEarth,  Christliche Initiative Romero, Climate Rights International, Contar, Danwacht, Enviromental Investigation Agency, Friends of the Earth, Fundação Ford, Global Witness, Heinrich Boll Stiftung, Inesc, Instituto Ibirapitanga, Instituto Serrapilheira, Justiça do Trabalho, Might Earth, Murmur, Oceana Brasil, Oxfam Brasil, Public Eye, Pulitizer Center, Rainforest Action Network, Rainforest Foundation Norway, Vital Strategies Brasil, Waverley Street Foundation, doações de pessoas físicas pelo site da organização via assinaturas e recursos oriundos da veiculação de documentários dentro e fora do Brasil.

b) Área de Metodologia Educacional: Contar, Freedom Fund,  Instituto Alana, Justiça do Trabalho, Comissão de Erradicação do Trabalho Escravo do Estado do Mato Grosso e OIT – Organização Internacional do Trabalho.

c) Institucional: Anti-Slavery International, Freedom for All, Fundo Brasil de Direitos Humanos e Global Greengrants Fund.

 
Documentos institucionais

Para mais informações sobre a política de financiamento da organização, bem como relatórios de outros anos, acesse nossa página de Transparência.

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