Quilombolas denunciam impacto de urânio na BA e temem radiação

Quilombo de Malhada, em Caetité (BA), fica distante 9,6 quilômetros da mina de urânio (Foto: Ione Roachel/Movimento pela Soberania Popular na Mineração/Divulgação)

Em meio à guerra que recolocou o urânio no centro do debate global, relatório do Conselho Nacional de Direitos Humanos aponta que comunidades quilombolas vizinhas à única mina de urânio ativa do Brasil, em Caetité (BA), nunca foram consultadas sobre o empreendimento, sofrem com problemas de abastecimento de água e relatam aumento de casos de câncer, que atribuem às operações de extração do metal radioativo

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