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Íntegra da resposta da Brazil Iron aos questionamentos da Repórter Brasil

Confira o posicionamento enviado para a reportagem ‘Sem licença ambiental, mineradora inglesa consegue aval da ANM para seguir exploração na Chapada Diamantina’

Leia a reportagem completa

A Brazil Iron nega peremptoriamente todas as acusações feitas pelo escritório Leigh Day, que está usando do interesse escuso de duas ou três pessoas da região e da boa fé de dezenas de famílias. A manipulação aplicada sobre humildes moradores da região é abusiva e abjeta. Sobretudo quando estamos perto de iniciar um projeto que gerará mais de 50 mil empregos diretos e indiretos, R$ 16 bi em investimento para a Bahia e mais R$ 50 bi em receita tributária. Isso é um atentado contra uma região que tanto necessita de investimento e emprego.

Foge do razoável esse tipo de ação, uma vez que a mineradora está sem operar há mais de um ano. É criminoso dizer que a empresa realizou desvio de córrego da região. Quem estiver por trás desse discurso deverá provar tal afirmação sob pena de responder civil e criminalmente por essa atitude.

É importante ressaltar que a empresa possui um programa ativo de conservação das nascentes do entorno do empreendimento, respaldado por um rigoroso monitoramento ambiental das águas da nascente em questão. Este programa visa garantir a preservação do ecossistema local e a qualidade da água, refletindo nosso compromisso com o meio ambiente e o bem-estar das comunidades vizinhas.

Compreendemos a preocupação da comunidade em relação aos relatórios de pesquisa aprovados pela ANM, mas asseguramos que não haverá impacto nenhum na nascente do Rio Bebedouro. Qualquer atividade futura obrigatoriamente seguirá a legislação vigente, que é cuidadosa com esse tipo de corpo hídrico, e respeitará todas as instruções dos órgãos reguladores, o que garante a preservação da nascente.

Com apenas cinco minutos de pesquisa no Google Earth, qualquer pessoa descobriria dois fatos que desmontam a tese do alegado impacto de poeira nas comunidades. Primeiro que existe um alto monte entre a mina e as comunidades de Mocó Sul e Bocaina, tornando improvável que essas partículas possam chegar, ao menos em grandes quantidades, na região. Apenas TRÊS casas poderiam ser impactadas dessa forma. Segundo que a estrada da mina está a vários quilômetros dessas comunidades, não passando por meio delas. E por fim, ainda que haja tal distância, a empresa disponibiliza frequentemente caminhões-pipa para umedecer as vias, tornando essa tese ainda mais implausível.

A acusação de descarte de rejeitos no Rio Bebedouro é a prova cabal da irrefutável má fé da Leigh Day, uma vez que a operação da Brazil Iron, quando estava em curso, não produzia rejeitos de minério. Aliás, por conta do investimento feito nos cuidados a esse corpo hídrico, ele possui a água de melhor qualidade da região. Quem estiver verdadeiramente a fim de conhecer a verdade, basta ir ao local, e não se deixar ser enganado por fotos adulteradas.

Em momento algum a Brazil Iron solicitou ou ordenou que funcionários ou qualquer outra pessoa intimidassem moradores locais. Em que pese nosso lamento pelo fato de vários deles estarem sendo usados de forma torpe por mal-intencionados e por um vil escritório de advocacia que se utiliza da simplicidade de populações em busca do dinheiro fácil, respeitamos a liberdade de cada um em suas tomadas de decisão.

Reiteremos nosso convite à reportagem do Repórter Brasil a apurar os fatos in loco e verificar qual é a verdade. Quando o fizer, descobrirá, lamentavelmente, que errou ao dar voz a acusações sem nexo de um ganancioso escritório de advocacia capitalista estrangeiro.


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