Você sabia que a escravidão que estudamos nos livros de história é diferente do trabalho escravo que combatemos hoje?
Embora a Lei Áurea, assinada em 13 de maio de 1888, tenha acabado com o direito de propriedade de uma pessoa sobre a outra, a exploração radical não desapareceu — ela se transformou.
Diferente do período colonial, onde a escravidão era legal e baseada no critério racial, o trabalho escravo é um crime que ataca a liberdade e a dignidade de quem está em situação de vulnerabilidade.
Hoje, o explorador não quer ser “dono” do trabalhador para o resto da vida; ele quer lucrar rápido com uma mão de obra barata e abundante, descartando a pessoa após o fim do serviço.
Entender essas diferenças é fundamental para não naturalizarmos a exploração e lutarmos por trabalho decente para todos.
