#157 – Repórter Brasil forma profissionais da Saúde para atuar na prevenção do trabalho escravo

Em 2026, a Repórter Brasil forma profissionais da Saúde para atuar na prevenção do trabalho escravo. Para apoiar esse trabalho, lançamos um material com orientações para esses profissionais identificarem sinais de trabalho escravo durante atendimentos e inspeções sanitárias.

O objetivo do material é auxiliar profissionais de saúde a:
– identificar casos de abuso no ambiente de laboral;
– denunciar a situação às autoridades competentes;
– oferecer atendimento adequado às necessidades de saúde das vítimas;
– notificar doenças e agravos relacionados ao trabalho;
– promover ações informativas  sobre os riscos do trabalho escravo;
– articular o combate ao problema com outras instituições públicas e da sociedade civil.

Trabalho escravo é crime no Brasil, segundo o artigo 149 do Código Penal. O termo é usado para designar a situação em que a pessoa é submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes. Não é necessário que os quatro elementos estejam presentes: apenas um deles é suficiente para configurar o trabalho escravo.

Para denunciar, há três canais oficiais:
Sistema Ipê, do Ministério do Trabalho e Emprego;
– Aplicativo Pardal, do Ministério Público do Trabalho (pode ser baixado gratuitamente em lojas de aplicativos);
– Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (basta discar 100 por meio de um telefone fixo ou celular).

O folheto também traz dados sobre libertações, o perfil dos trabalhadores resgatados e sinais de alerta para exploração laboral – confira nas imagens acima.

Clique aqui para acessar o material completo.

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